1) Como começou seu trabalho com software livre? Qual seu interesse atual neste sistema colaborativo? Que você acha do hardware livre? Que acha do termo “cultura livre”?

Começou através da amizade com o glerm (você), de parcerias artisticas desenvolvidas com a orquestra organismo e de tentativas de colaborações com a escola de belas artes do paraná no objetivo de criar um laboratorio de musica computacional para o curso de composição e regencia

2)Você considera-se um artista? De alguma forma você interage com circuitos artísticos, mas parece estar interessado em ir além. Que circuitos são estes?

Eu mesmo não me considero artista, mas não recuso o apelido e as perspectivas de trabalho que esta inscrição permite. Quero ir além sempre, desde que não seja muito longe…


3) O que você pensa sobre nossa localização nos mapas? É possível identificarmos um fluxo comum de pessoas que vão além de nacionalidade e fronteiras interagindo – como é possível reconhecer-nos?

Atilio Borio, 603 – Curitiba, Paraná. A casa ta aberta e não olho passaporte

4) O que é a ciência hoje? Como ela pode ir além das idiossicrasias culturais e lingüisticas de cada localização geográfica? Como ela pode ir além dos interesses geopolíticos e corporativos da globalização alienadora de subjetividades?

Não acredito que a ciência possa de fato ir além de todas essas coisas que você citou, mas ela pode pretender. Vejo essa busca como uma utopia necessária, como um principio de navegação no planeta

5) O que podemos pensar para além da Internet? Que tipo de práticas poderiam estimular um melhor entendimento de nossa condição atual de criadores de redes e criadoras nas redes?

Encontrei o Balbino por acaso em Salvador. Isso foi fora da internet e sem satélite.

6) O que é MSST?

MOVIMENTO DOS SEM SATÉLITE

7) Que perguntas o MSST deveria fazer pra sociedade?

Você pode guardar um segredo? até quando?