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Rispondere a domande MSST – scintille che possano rischiarare l’orizzonte…
May 28th
Don pancho-tabatinga. from cesira on Vimeo.
Parole di Cesira:
Appaio e scompaio in un cosciente gioco di on e off, ci siamo non possiamo uscirne stiamo tutti nella stessa barca.
Rispondere a domande in alcuni momenti non mi invoglia molto perchè ciò che fanno è stimolare ancora più domande…perché la mia presenza nel MSST è dovuta al mio stato d’animo alla affinità con chi ha scritto il suo manifesto e quindi di chi lo appoggia.
Condivido l’esigenza di far schioccare scintille che possano rischiarare l’orizzonte, sperando che in qualche momento qualcuno la raccolga e la rinchiuda in una lanterna. Provo a rispondere senza molto mistero per quelli che come me sono affascinati dai mezzi scientifici, informatici, tecnologici, chi non lo è…e li utilizzano nella vita come nel lavoro, ma non si sono mai lasciati totalmente assorbire da essi o almeno al punto da poter dedicarvici tutto il tempo che servirebbe per poter creare le meraviglie del codice da molti di voi proposte.
Mi interessano e per questo le consumo. Sono parte della mia capacità di esprimermi di vedere e osservare il mondo.
Software libero significa così per me consumo cosciente.
Quando mi sono ritrovata per la prima volta a discuterne la filosofia ho pensato che fosse una buona applicazione pratica di ciò che molto si stava teorizzando, e che se ne rispettavo e condividevo la filosofia avrei dovuto adoperarla, impararla e diffonderla essendo una consumatrice diaria di software. Stessa cosa faccio in altri ambiti.
Tempo dedicato a qualcosa di utile, perché diviso e vissuto con gli altri.
Ma il tempo non è maturato esattamente dove immaginavo in quei giorni.
Ciò che continua a interessarmi oggi è il sistema collaborativo e quindi a contribuire perché cresca. Dell’hardware libero penso esattamente la stessa cosa, ottimo che chi lavora con hardware pensi a una forma per liberarlo. Penso che bisognerebbe liberare il mondo, creare in tutti gli ambiti alternative da noi ricreate e quindi far crescere la cultura…libera. Quella non sottomessa.
Credo che sia una grande possibilità creare e distribuire cultura in modo libero ossia sottraendola a sottomissioni a lei esterne, al soldo, organismo che oggi giorno è in grado di riprodursi da solo senza produrre nulla…ahhh..
Per lo meno oggi esiste questa possibilità, creata da una comunità che ogni giorno produce meraviglie. Poi i cammini sono vari e svariati, tanto quanto il termine cultura libera è una appropriazione.
Passando ad altre questioni penso che il mescolarsi sia la nostra grande possibilità, che ci permette di comprendere che non esiste un noi e un loro. Quindi visto che già ci mescoliamo nella vita reale godendo sani coiti, perché non anche nella sua versione estesa, dove le frontiere non possono ancora arrivare ad essere un muro alla nostra possibilità di immaginare assieme, di creare e diffondere ciò che sentiamo essere.
Riconoscerci non è il problema, c’è la localizzazione in mappe.
Credo che la scienza si ponga le stesse questioni che ci poniamo noi. Oggi la scienza non è più in grado di trasmettere quella sensazione di credibilità che ha voluto trasmettere un tempo. Siamo già passati per pensare che potesse risolvere o distruggere tutto, e in un certo senso è ciò che sta facendo. Scienziati uniamoci e continuiamo il cammino è quello coretto!Solo facendolo alimentando i nuovi flussi potremmo oltrepassare gli interessi e mostrare come esiste un modo di essere comunità e soggetti liberi pur globalizzati.
Mmm, ora… credo che sia Internet ad essere oltre, ossia dà la possibilità di spedirci oltre, di conoscerci e riconoscerci. Chiamarci e trasportarci.
Non dimentichiamo come e perché siamo arrivati qui. E’ solo l’inizio.
Soggetti e intelletti proteiformi per meglio comprendere non resistiamoci dall’osservare questo continuo cambio.
Creatrici di reti e creatori nelle reti.
Msst è acronimo di movimento dei senza satellite, come più volte è stato detto, ossia tutto ciò che qui e li si sta creando di fare, è tutto questo.
Interessante banchetto!
Mmm…di cibo in casa ce ne per continuare la festa!
E quindi, adesso, chiederei alla società:
Siamo noi a liberarci con le tecnologie? Noi a liberarle?O sono loro ad impossessarsi di noi?
Attraverso il loro consumo, la nostra esigenza di consumarle, per quanto le impariamo a conoscere al punto di arrivare a chiamarle libere queste ci obbligano sempre di più a consumarle, ad essere sottomessi ancora una volta al denaro.
Il punto è: come fare per liberarcene?Come fare per utilizzarle per liberarci e una volta liberati liberarcene?
Non siamo cavie ma nemmeno schiavi liberati della tecnocrazia, senno continueremo a dipendere da essa.
MSST entrevista Lúcio de Araújo
May 20th

Como começou seu trabalho com software livre? Qual seu interesse atual neste sistema colaborativo? Que você acha do hardware livre? Que acha do termo “cultura livre”?
Apesar de eu já conhecer a filosofia do Software livre antes, foi a partir de 2005 que realmente comecei a praticá-la. Meu contato com o Software Livre partiu de uma série de ações convergentes e simultâneas, entre elas: as experimentações musicais de estúdio do grupo Matema, quando gravou o álbum SolveEtCoagula; a implementação do EmbapLab – Laboratório de Música Eletroacústica na Escola de Música e Belas Artes do Paraná; as conexões com o Cultura Digital e Estúdio Livre; e o Desafiatlux, ocupação artística realizada pelo Orquestra Organismo. Esse conjunto de ações traziam assuntos como: modos de armazenamento, publicação e circulação, licenciamento da produção, coletividade, encontro e acesso ao conhecimento de forma aberta e compartilhada. Atualmente percebo essa contribuição no sentido da transformação da minha postura frente a diversos campos como tecnologia, poder, política, subjetividade, entre outros. Tanto software livre como hardware livre estão diretamente relacionados a cultura livre. Por mais que estes termos atualmente tenham se tornado clichês, há uma essência que permanece, que produz questões, modos de tratar o conhecimento e modos de se colocar no mundo, algo para o sentido da conscientização e responsabilidade.
Você considera-se um artista? De alguma forma você interage com circuitos artísticos, mas parece estar interessado em ir além. Que circuitos são estes?
Essa resposta é uma tentativa para além da norma artista. Há quem diga que assumir ser um artista é engolir seco a realidade e vomitar a utopia, considerando para isso seu fardo sistema (histórias da arte, ideologias, etc.). Há quem diga que o limite e o além é o alimento e a combustão do artista. Há quem diga que o artista pode ser tudo, desde que não faça qualquer coisa. Há que diga que tudo isso pouco importa ou que a arte morreu (e com ela todos os malditos artistas). Há também os que dizem outras coisas sobre arte e artistas, sendo ou não artistas. Paradoxalmente minha reflexão sobre isso acontece através da presentificação, via percepção dos lugares e tempos, sentimentos e existência. Essa busca se processa via questões como: De que forma me permito interagir com o mundo e me relacionar com as pessoas? Como isso se manifesta?
Algo assim: Energia existente impulsiona alguma engrenagem potencial responsável de movimento.

O que você pensa sobre nossa localização nos mapas? É possível identificarmos um fluxo comum de pessoas que vão além de nacionalidade e fronteiras interagindo – como é possível reconhecer-nos?
Apenas para ressaltar, os mapas convencionais macro-políticos, fruto do pensamento imperialista, são materializações da concepção modernista de racionalização e controle espacial, junto a estas a noção de homem subordinado a um espaço monopolizado. Muros exemplificam a situação, terra e a água como mercadorias são eficientes formas de limitação. Esse processo pode ser exemplificado pelos Guarani, que ao exercerem seu nomadismo, na busca da terra sem mal, praticavam uma dinâmica de circulação para além das fronteiras. Por serem coletores reconheciam o desgaste que imprimiam no lugar. Quando percebiam a escassez, partiam em busca de outro território. A própria condição de nomadismo permitia ainda a eles um possível retorno posterior. Hoje não sobrou mais espaço para os guarani exercerem seu nomadismo. Acho bom pensarmos nisso, em formas de nomadismo.

O que é a ciência hoje? Como ela pode ir além das idiossicrasias culturais e lingüisticas de cada localização geográfica? Como ela pode ir além dos interesses geopolíticos e corporativos da globalização alienadora de subjetividades?
Assim como todo conhecimento, a ciência é uma forma de manifestação e poder. Ora interessante, ora absurda. Percebo algumas pessoas investindo tempo de suas vidas para entender melhor o que se passa com elas e com o meio por onde se movimentam, isto ao me ver é necessário para que a partir desses entendimentos nasçam outros impulsos, ligados a invenção de situações. Tenho me interessado pelo cotidiano, tenho tentado partir deste ponto para imaginar e quem sabe inventar.

O que podemos pensar para além da Internet? Que tipo de práticas poderiam estimular um melhor entendimento de nossa condição atual de criadores de redes e criadoras nas redes?
Sabemos que a internet é um meio a cada dia mais controlado, mesmo assim ainda vejo uma infinidade de possibilidades de conhecer pessoas, grupos e manifestações interessantes por e através dela. Para além dela podemos pensar partindo mesmo do que já existe há muito tempo, antes mesmo de todas essas tecnologias: a disposição do homem em se relacionar. Gestos comuns são significativos. O afeto é necessário, esta é uma direção.
O que é MSST?
É um movimento que surgiu da reflexão sobre a condição de (in)subordinação política-tecnológica. Em sua prática propõe modos criativos e participativos de desalienação subjetiva. Talvez por isso não esteja sempre no mesmo lugar.

Que perguntas o MSST deveria fazer pra sociedade?
Quem faz satélites? Para quais fins? Sabe algo sobre as intenções desses fabricantes? Concorda com isso? O que é possivel fazer com isso? Gostaria de participar ativamente do MSST? Como?

MSST intervista Luca Carruba
May 20th
Como começou seu trabalho com software livre? Qual seu interesse atual neste sistema colaborativo? Que você acha do hardware livre? Que acha do termo “cultura livre”?
Sono stato sempre affascinato dai processi sociali legati alle nuove tecnologie. Ho capito molto presto che per avere una visione genrale della questione era necessario mettere le mani dentro la tecnologia, studiare la tecnica. E il software libero era quello che garantiva e garantisce l’accesso alla tecnologia.
Você considera-se um artista? De alguma forma você interage com circuitos artísticos, mas…
Non mi consideroun artista. Mi considero un libero ricercatore che sfrutta tatticamente i linguaggi artistici per porre domande e generare conflitto. Quindi in certe occasione posso spacciarmi o essere spaccito per artista.
…parece estar interessado em ir além. Que circuitos são estes?
Quello che mi interessa è generare network di condivisione di conoscenza tecno/politica e spazi di azione collaborativa su questi temi. Un certo tipo di ambiente artistico può essere in questo senso interessante ma non ci si può fermare a questo.
O que você pensa sobre nossa localização nos mapas? É possível identificarmos um fluxo comum de pessoas que vão além de nacionalidade e fronteiras interagindo – como é possível reconhecer-nos?
Le mappe sono uno strumento molto potente di identificazione e categorizzazione collettiva. La mappa è un luogo di rappresentazione che non è estraneo al conflitto. L’esempio recente del ministero del turismo israeliano che cancella dalla mappa turistica la cis-giordania usando gli antichi nomi ebraici è indicativo dell’importanza di questi strumenti.
Il mio network è la mia mappa, la rappresenzazione socio/geografica dei miei spazi di azione e dei miei desideri. Le relazioni che intr4eccio risiedono in una mappa in cui non mi muovo da solo.
O que é a ciência hoje? Como ela pode ir além das idiossicrasias culturais e lingüisticas de cada localização geográfica? Como ela pode ir além dos interesses geopolíticos e corporativos da globalização alienadora de subjetividades?
La scienza è molte cose. Ê la curiosità messa al lavoro per la produzione del capitale. La scienza è anche linguaggio: un linguaggio comune e condiviso oltre molte barriere culturali. Lo sviluppo scientifico condiviso, dal basso e auto organizzato è un esperienza interessante per liberarsi da processi tecnologici imposti dall’alto e riappropriarsi della tecnologia che ci circonda. In questo senso MSST è molto interessante.
O que podemos pensar para além da Internet? Que tipo de práticas poderiam estimular um melhor entendimento de nossa condição atual de criadores de redes e criadoras nas redes?
Indipendenza e autogestione tecnologica.
O que é MSST?
Ê questo. riappropriazione e autogestione della tecnologia di comunicazione. Ê scienza da “garage”. Ê il tentativo di condurre una discussione collettiva a cavallo fra continenti e di aprire uno spazio di azione e ricerca condivisio. Ê anche la manifestazione della voglia di darsi dei nuovi strumenti di comunicazione sganciati dai vecchi vincoli.
Que perguntas o MSST deveria fazer pra sociedade?
Chi vogliamo che decida? Vogliamo delegare la nostra comunicazione, la nostra espressione, a qualcun’altro?
guernica_concerto from Società delle Opere on Vimeo.
What are you projects in web today? what is bugslabs? what is esterotips? Can you explain a little bit more your local context to us?
Bugslab è un hacklab, un laboratorio di informatica libera che da oltre 10 anni vive in due squat delal città di ROma, Italia. Bugslab lavora sulla condivisione di autogestione tecnologica, autogestendo i propri servizi di comunicazione (mail, chat, web etc etc). Nell’ultimo anno abbiamo anche avviato un progetto di coperazione dal basso con il comitato popolare di resistenza di Nilin, villaggio a sud di Ramallah, Palestina, a pochi passi dal muro israeliano dell’apartheid. Li abbiamo costruito un medialab ed abbiamo fatto un corso alla comunità locale su come usare il sito di informazione www.nilin-palestine.org. L’obiettivo non era/è dotarli di un sito web o di un medialab, ma di condividere autogestione tecnologica.
Estereotips invece è un’identità anonima e cangiante di produzione artistico/creativa con strumenti liberi. Ê un progetto che rappresenta una rete di persone che tatticamente si mette insieme su singole produzioni con il denominatore comune della cultura libera. I lavori di estereotips sono sepre a cavallo fra conflitto tecnologico e movimenti sociali. Non a caso il nome estereotips significa stereotipo in catalano.

Can you talk a little bit about your experience with msst @ piksel festival? What do you think about the piksel festival? How it could improve?
Msst@piksel è stato molto potente. La performance in se è stato un vero caos. MI ha stimoltato molto questo flusso di comunicazione in real-time fra brasile/spagna/italia e bergen, il luogo del festival. MSST è un processo e il piksel è stato un nodo di questo processo. Il piksel è un gran festivaL in cui, caso più unico che raro, ci si focalizza solo su tecnologie libere.
Can you tell us about your experience with Hangar, Riereta and other catalunia connections?
Riereta è stato per me il paese delle meraviglie. Un luogo in cu iinterconnettersi con milioni di altri soggetti che lavoravano sulle nostre tematiche e che provenivano da tutto il mondo. Per me che venivo da ambienti di attivismo tecnologico in cui piu o meno tutti erano amministratori di sistemi linux e molto tecnici e poco creativi, conoscere riereta e l’approccio artistico all’attivismo è stato rivoluzionante. Hangar è un centro di arte e nuove tecnologie in cui si è creato uno spazio di condivisione e azione sulla tecno/cultra libera molto interessante, dandomi la possibilità concreta di sperimentare con una serie di tecnologie e discorsi. Anche telenoika.net, comunità aperta di videomakers è un luogo in cui si possono trovare stimoli molto interessanti visto la loro curiosità e apertartura non comune.

What is Qeve an how this project is going?
Qeve è un software di vjing per linux sviluppato con l’aiuto economico di Hangar e telenoika. MA prima ancora di questo è un’esperimento tanto personale qyuanto collettivo: volvevo capire quanto fosse possibile programmare un programma di editing video con strumenti liberi per una persona come me che non è un progerammatore di formazione o per professione. E inoltre mi stimolava l’idea di avviare uno sviluppo condiviso da una piccola comunità di creatori culturali che non fossero tipicamente informatici. Il progetto adesso ha cambiato nome, si chiama gemQ e ha subito un’intera riscrittura e l’inclusione nel progetto di nuove persone. Posso dire che siamo entrati nella seconda fase del progetto, ovvero quella in cui gemQ diventi un progetto totalmente collaborativo sganciato dalla mia persona. Il mio desiderio è che da qui a un anno possa abbandonare il progetto sapendo che il codice sta ancora in giro e che ci sia qualcuno a controllarlo. Un po quello che è successo con qeve all’inizio; ho continuato un progetto di vjing con tecnologie libere, EVE, sganciandolo dal suo primo creatore.
Qeve project website
I read some of your essays, can you show some of that for us? Can you talk about your expectations about your critic work?
In realtà non è che la mia produzione scritta sia poi così interessante. In generale tento di focalizzare il mio lavoro sui processi sociali legati alle nuove tecnologie senza considerare la tecnologia stessa come un fine. Credo che sia uno spazio di azione, che non è autonomo e indipendete da altri fattori sociali ma che può essere tatticamente interessante per generare conflitto. Credo che in generale il problema di molta sociologia che si occupa di nuove tecnologie è che si pieghi in un determinismo orrendo o che focalizzi solo su dinamiche utilitaristiche che non sono quelle che interessano a me. La tecnologia come spazio e non come strumento. Se poi consideriamo la creazione artistica digitale diventa allora necessario usare strumenti liberi, gli unici a garantirti libertà creativa ed espressiva. Daltronde è ormai da tempo un dato di fatto che il software non è semplice codice ma un artefatto culturale, portatore di una precisa visione del mondo, che è poi quella del suo creatore. Trovo quindi fondamentale assumersi la responsabilità di imparare come funzionano le tecnologie: tanto per garantirsi spazi di libertà quanto per leggere in tutti gli aspetti i fenomeni sociali legati alle tecnologie. Se non conosco la tecnica di una tecnologia mi sfuggiranno sempre dei pezzi. Questo è quello che trovo mancanti in molti testi di settore e che tento invece di affrontare dal mio punto di vista. Se parlo di tecnologia devo necessariamente conoscere anche la tecnica per poter capire attentamente quello che succede.
Non mi sento solo in tutto questo comunque: la storia di questo movimento è la stessa storia del movimento anabattista che nella prima metà del 1500 sconvolse il nord Europa al grido di Omnia Sunt Communia. Ê la stessa storia dei contadini inglesi del 1600 che lottavano contro l’”enclosment” dei “commons”, i pascoli comuni. O quella dei ribelli della Comune di Parigi di fine ’700. Ê la stessa che ci conduce alla fine del secolo scorso con la ribellione degli indigeni del Caapas in messico. Ê la storia del software libero. Ê la solita storia di lotta fra chi tenta di chiudere e privatizzare i beni comuni e chi invece si ribella per mantenerli aperti e accessibili a tutt@.
Todo para Todos >< Omnia Sunt Communia
You were in Brasil in 2009 meeting some collectives and MSST people. Can you talk about this experience?
L’esperienza in Brasile è stata incredibile. Attraverso diversi eventi ho avuto modo di farmi un’idea più chiara dell’attivismo digitale Brasiliano e di alcune scene artistiche ad esso collegato. Dalal PDcon09 a SAoPaulo, evento molto arti e formale, fino alla mostra alal torre Malakof di Recifi passando per il simposio su tecnologia libera all’università di San Sanlvador ho affrontato un viaggio in compagnia di persone che ben presto sono diventate per me, oltre che amiche, un network di riferimento per i miei progetti. Ho ritrovato nelle persone con cui poi ho partecipato alla costruzione di MSST la stessa determinazione e la stessa attitutidine. SI il tema centrale è l’attitudine: alla tecnologia, alla vita, ai desideri. Pur venendo da contesti molto diversi siamo riusciti a creare un layer condiviso di pratiche tecnologiche aperte. L’essersi ritrovati al Piksel con alcuni dei Brasiliani conosciuti nell’estate 2009 è stato fondamentale per rinsaldare la relazione. QUalsiasi network, per quanto digitalizzato e dislocato nello spazio, ha bisogno di vedersi e ri-conoscersi ogni tanto. Guardarsi in faccia per cogliere le differenze e le similitudini e rafforzare le azioni che collettivamente si decide di portare avanti. Per questo motivo stiamo adesso lavorando per rivederci, magari di nuovo in Brasile, entro la fine del 2010.
What questions you think MSST could ask you? How could they help you to elaborate those questions?
Credo che il punto centrale sia quali processi tecnologici possiamo elaborare collettivamente per fomentare processi di riappropriazione tecno/sociale. La metafora dei satelliti è geniale: rappresenta molto bene il problema delle società attuali nel trovare spazi di autonomia comunicativa fuori dalla colonizzazione dell’immaginario in cui siamo cresciuti. Dal’altro è msst un proposito molto interessante: l’idea di costruire un proprio sAtellite ed essere liberi di comunicare digitalmente fuori dalle grandi corporation è rivoluzionaria. Se saremo in grado di costruirlo credo che potremo morire felici e in pace qualsiasi cosa succeda dopo.
MSST entrevista Orlando da Silva
May 19th

Como começou seu trabalho com software livre? Qual seu interesse atual neste sistema colaborativo? Que você acha do hardware livre? Que acha do termo “cultura livre”?
Meu “trabalho” com software livre é #videiro. Comecei a brincar com isso tem um tempo com umas coisas que vi na Internet e um distro para newbies como eu, o Kurumim. A idéia me parecia genial. Liberdade!!! Aí foi questão de fuçar na Web e começar a ver muita coisa bacana e cada vez gostar mais. Ao mesmo tempo rolava uma agonia de querer se libertar de vez de qualquer coisa com base em Windows.
Hoje uso gnu/linux como sistema operacional e basicamente tudo que faço no micro é com software livre. Mas não estou satisfeito, quero chegar no estágio dos bits e volts na unha e ver no que dá a partir daí!!hehe

Você se considera um artista? De alguma forma você interage com circuitos artísticos mas parece estar interessado em ir além? Que circuitos são estes?
Para a primeira pergunta quero dizer que tenho um problema com essa conversa de ARTE. Minha origem, minhas andanças são de fluxos menos formatados que o de algumas coisas que podemos falar como mais próximos das “elites” (sem conotação pejorativa alguma) das elites culturais, ok? Vejo assim. Vejo uma coisa e tenho vontade de dizer: “Putz, bacana, isso é arte!!” Mas ao mesmo tempo me sinto inibido e ao mesmo tempo sinto que essa inibição é uma besteira. Só que como é tudo ao mesmo tempo de uma só vez, dá TILT! Eu quis ser artista de teatro. Brinquei de teatro. Não fiquei nisso, mas é o que me marca nessa conversa agora.
Para as outras duas perguntas quero dizer: “Eu vivo a Web. Preciso dizer mais?”
O que você pensa sobre nossa localização nos mapas? É possível identificarmos um fluxo comum de pessoas que vão além de nacionalidade e fronteiras interagindo – como é possível reconhecer-nos?
Acho que as coisas ficam relativamente claras quando direcionamos nossas atenções para pontos que identificamos como comuns. Ao mesmo tempo sempre penso na sobrecarga de informações. Quem realmente sabe do que estamos falando entre nós? Acho que nos reconhecemos por essa inquietação do “percebo que tu falas e escutas que eu falo e escuto”.
O que é a ciência hoje? Como ela pode ir além das idiossicrasias culturais e lingüisticas de cada localização geográfica? Como ela pode ir além dos interesses geopolíticos e corporativos da globalização alienadora de subjetividades?
ahhh, bacana essa. Tem toda uma discussão sobre a ciência contemporânea e um bocado de gente que faz a síntese dessas discussões. Gosto do que pensar a partir do penso que entendi de um cara chamado Pedro Lincoln. Ciência é abertura permanente para discussão. Ao mesmo tempo tem um outro cara, o Bruno Latour, que eu acho super pertinente a discussão que ele faz entre a Ciência e as ciências. Seguindo o Latour posso dizer que é retórica, que é associação e que é rede. Mas o “é” é complicado, ela se move, está e estabiliza certos sentidos. O que eu acho que todo mundo concorda hoje em dia é que não é conhecimento superior e nem absolutamente verdadeiro.
O que podemos pensar para além da Internet? Que tipo de práticas poderiam estimular um melhor entendimento de nossa condição atual de criadores de redes e criadoras nas redes?
Pensar em materializações. A Internet é laço, relação, ligamento. Acho que a gente precisa materializar algumas coisas. Vejo uma turma sobre a alcunha de descentro fazendo isso de uma forma muito interessante.
As práticas não são definidas a priori, são? Surgem.
O que é MSST?
É bomba atômica de efeito maligno reverso na realidade da comunicação.
Que perguntas o MSST deveria fazer pra sociedade?
“Sociedade” o que / quem é você? Como te conhecço e te sirvo? Mas acho que perguntar não resolve.

MSST entrevista Felipe Fonseca
May 13th
Como começou seu trabalho com software livre? Qual seu interesse atual neste
sistema colaborativo? Que você acha do hardware livre? Que acha do termo
“cultura livre”?
Eu comecei a ler sobre software livre muito antes de usar software
livre. Lá por 2000 e 2001, tava começando a tentar entender as
possibilidades de criação e inovação colaborativas entre pessoas que
se relacionavam por redes. Ao mesmo tempo em que o Hernani Dimantas me
passava umas dicas de leitura (manifesto cluetrain, hakim bey,
outros), eu ia aprendendo um pouco sobre o software livre em termos
mais conceituais. Quando resolvi tentar transformar essas ideias
colaborativas em um sistema de “gestão da inovação” (foi mal, eu
trabalhava em empresa e falava a língua delas nessa época) é que pude
ter um contato mais direto com o código aberto e livre. Instalei e
estudei o Zope. Montei uns sisteminhas toscos. Conheci um script
pronto de CMS que imitava o slashdot e outro que implementava um
“wiki”, que na época eu nem sabia o que era. Gostei daquilo, mas
achava o zope muito pesado.
Comecei a brincar com scripts livres que rodavam em PHP: phpnuke,
postnuke, b2, nucleus e outros. Em 2002 com o projeto Metá:Fora e a
necessidade de fazer um site pra organizar informação, configurei um
phpwiki e isso foi o começo de uma história longa que entre outras
coisas desembocou na MetaReciclagem.
Quando montamos o primeiro laboratório de MetaReciclagem, no começo de
2003, é que comecei a usar software livre como meu sistema operacional
principal, e aprendi um monte observando a galera usar. Faz tempo que
não sinto falta de sistemas proprietários no dia a dia. Na prática, eu
uso bastante software livre, mas não sou um programador – no máximo eu
copicolo umas coisas, mas no geral sou só um usuário fuçador.
Hardware livre eu acho interessante por um monte de meta-motivos – não
necessariamente pelo hardware em si, mas pelas possibilidades de
aprendizado e inovação distribuída que ele abre. Acho que tem muitos
caminhos aí que questionam uma certa centralização e um certo
encapsulamento da ideia de inovação – uma crítica ao complexo
industrial que afirma que essa inovação e esa criatividade só podem
acontecer nas etapas iniciais da cadeia de produção. Imagino que vai
haver (já está havendo?) um ponto em que parte da indústria vai se
apropriar dessas ideias e conceitos, e passar a fabricar produtos que
já incorporem essa indeterminação. Outra parte da indústria parte para
o caminho contrário – controlando ao máximo, coibindo a
ressignificação e a apropriação. Não sei bem o que acontece depois,
mas nesse cenário a parte da indústria que parte para a abertura é bem
melhor do que a outra. Fica a pergunta de como a gente – e quem é esse
“a gente” é ainda outra questão – se relaciona com essa indústria que
busca a abertura. Vamos combater? Vamos ajudar? Vamos nos vender? Eles
pelo menos sabem que a gente existe?
A cultura livre ainda ficou na promessa. Tem uma possibilidade de
dinamizar esquemas de criação e produção muito mais profundos, mas a
galera ainda tem medo de liberar os materiais brutos, as referências,
os insights. Ficam só nessa onda de liberar material pronto, e isso
não é liberdade de verdade – é muito mais uma estratégia de divulgação
em tempos de hiperconexão. Mas de todo modo, esse hype tem pelo menos
o crédito de ter questionado o mito do autor renascentista, do gênio
que se isola, cria e fica rico com isso. Isso pode ser impressão minha
à medida que o tempo passa, mas quero acreditar que hoje em dia a
molecada com banda tá menos preocupada em assinar contrato com
gravadora e ficar milionária. Não sei bem, o que tu pensa disso?
Você considera-se um artista? De alguma forma você interage com circuitos
artísticos, mas parece estar interessado em ir além. Que circuitos são estes?
Não me considero um artista, mas de maneira geral sufixos como -ista,
-eiro, -or são uma coisa que eu não sou de usar muito. Eu já quis ser
- talvez nessa ordem – guitarrista, engenheiro de som, fotógrafo,
videomaker, animador, diretor de arte, diretor de criação, redator,
webdesigner, consultor, escritor e outras coisas. Lá pelos 22 eu parei
com essa ideia de querer ser alguma coisa.
Mas a arte é uma coisa que passou longe da minha formação, e uma ideia
com a qual eu só passei a me relacionar há poucos anos. No começo da
MetaReciclagem, eu tinha um pé atrás com “a arte” porque não entendia
muito a relevância dela. Hoje entendo que, se existe um abismo entre
os circuitos artísticos e o mundo lá fora, também existe um grande
potencial para costurar possibilidades efetivas de construção de
conhecimento, formação de imaginário, exploração simbólica e
transformação de consciências através de pontes entre a arte, o
ativismo e os projetos sociais.
Os circuitos com os quais eu quero trabalhar na verdade ainda estão
sendo criados. São essas pontes, hoje mais possíveis com o enredamento
de tudo, que exigem uma grande flexibilidade e uma grande disposição
para o diálogo, mas que têm o potencial de dar maior aprofundamento
para uns e maior penetração para outros.
O que você pensa sobre nossa localização nos mapas? É possível
identificarmos um fluxo comum de pessoas que vão além de nacionalidade e
fronteiras interagindo – como é possível reconhecer-nos?
Nós quem? Conhecer é um processo de um a um – existem, claro, indícios
e sinalizações, mas a ideia de “mapa” supõe uma objetividade que não
acho que sirva pra esses encontros e reconhecimentos. Mapas são coisas
muito mais simples e limitadas. Também – se o mapa é o produto da
cartografia, o que é que geram os descartógrafos? Eles precisam gerar
alguma coisa?
O que é a ciência hoje? Como ela pode ir além das idiossicrasias culturais e
lingüisticas de cada localização geográfica? Como ela pode ir além dos
interesses geopolíticos e corporativos da globalização alienadora de
subjetividades?
A ciência é um leque gigantesco – vai desde gerar inovação para o
complexo industrial-militar, desenvolver tecnologias para melhorar a
vida e diminuir o impacto humano no planeta, até a aplicação de
metodologias para gerar e compartilhar conhecimento para diferentes
problemas. A ciência em geral não vai ir além dessas limitações,
porque ela não é um corpo homogêneo. O que acho interessante, seguindo
o tema do próximo interactivos que acontece mês que vem em Madrid, é
pensar em como essas práticas que vêm aí do hardware livre, do
software livre, podem influenciar no movimento que tá rolando, da
migração da “ciência de garagem” para a “ciência de bairro”. Em outras
palavras, talvez o que a gente tem feito por essas bandas possa ajudar
a transformar o imaginário desde um modelo de inovação no espaço
particular – muitas vezes motivada pela mitologia do sucesso na
sociedade do consumo – para um modelo de inovação no espaço público, e
voltada para solucionar problemáticas desse espaço público. Se trata
inclusive de repensar a própria ideia de espaço público, que nas
grandes cidades do Brasil e do mundo não é tão público assim.
O que podemos pensar para além da Internet? Que tipo de práticas poderiam
estimular um melhor entendimento de nossa condição atual de criadores de
redes e criadoras nas redes?
As redes são muito anteriores à internet. A gente tem visto a internet
dar muito mais força para redes que já existiam, e isso em si já é uma
vitória – até uns seis anos atrás, essas redes paralelas eram coibidas
em projetos públicos de inclusão digital, hoje são incentivadas. Isso
é sinal de uma transformação mais profunda, talvez de um
desaparecimento total das fontes “confiáveis” de informação. Isso tem
consequëncias positivas e negativas. Agora, que tipo de práticas? Acho
que a gente já tem feito muitas delas, com tanta conversa online sobre
conversa online, com essa entrevista, com os encontros & debates. Mais
gente tem que participar, mas aí é como lá em cima – vai chegando 1 de
cada vez.
O que é MSST?
Ainda tô tentando entender, como todo mundo.
Que perguntas o MSST deveria fazer pra sociedade?
Que parte da sociedade?
O que é MetaReciclagem? from luarembepe on Vimeo.
Ruidocrática {antes que tudo vire cultura}
May 13th
Isto é uma última.primeira chamada de ócios e trabalhos, num encontro sob o sensório em cima da hora. E ainda assim nada lúdico.
Barulho delicado, ruídos deliciosos para os sentidos entre poéticas esparsas.
Esquizotrans e os degenerados…
MSST e a geada de volts…
Prixel e os aromas e gostos do sensível…
Chiu Yi Chih e os olhos das mortas…
Gli Altri e os barulhos do onírico…
Tsaaa e as paletas de cores do fractal…
Márcio Black e interferência barulho.org…
Kynemas Fluxuz e as nanodesimagens…
F?Ri? gnoise e o ponto de interrogação…
Cineclube Sócio Ambiental e o colapso…
Gera Rocha e o ffmpeg -i +kernelknst…
Adbuster e o pico informacional…
Paula Pin e a gestação do virtual…
Submidialogia e as metareciclagens…
Fagus e os descaminhos do corpo
Sexta 14/05
das 15:00 às 20:30
rua Dom José de Barros #337
esquina com a Av. São João, alt. nº 519 no largo do Paissandú
teixit que ha portat la llengua vernacla
May 13th
desinteresse?
Tropeço.

síntesi de la mandra
per sospesar el que és part de la cerca
la raó de ser un signe del deliri
relació de raigs
són dos punts que són rectes en el pla de girar a la dreta – no t’atreveixes a trucar a la pilota
onomatopeia inexactes i em falta dígits
i per tot arreu culpa punts de la malla i els ulls
rima tan fàcil d’usar pronoms
un recurs romàntic que li truquem nosaltres-me, i vosaltres els que heu 3dimensionalizam
Avui: simplicitat eueascontas un hipercub cartesià
senzill ja que simplement gargots a la mà que gairebé s’escolta so
espai de 1 2 3
en qualsevol altra àrea 1 2 3
entre ells la línia recta
ràtio-relació-ray
derivada d’una funció f (x) = amb NAOX sol aparell
Recte
coplanars
però el seu disseny i un guió – una característica (diagrama-substrat-tàctica-estètic de la paraula), la sang de glòbuls vermells que dibuixar
Fred només assenyala la línia tangent i la deriva de deriva
i la utilització del llegat d’expressió i direcció
snsisibildade per despertar el nostre cos a les pistes d’estany
més enllà que la línia estavrvturvtrv
sinapsi-la sintaxi-silici
No buscar la paraula silenci en els seus gràfics i interactua amb el punt
Una altra font a l’extrem
vers sobreviu i s’estén per tot el seu volum
bi-volt-connexió flip-flop-punter-que s’escapa
void * punter
bi-volt-flip-flop-latching-leaking pointer
void *pointer
teixit que ha portat la llengua vernacla
teixits dels quals
ràtio-relació-racionalitzat ràdio
compra i estabilitzador de tensió.
http://www.di.ubi.pt/~desousa/2004-2005/Tcomp/ficha-tcomp.pdf
;
25º25’40″S 49º16’23″W && MSST bunkers
May 10th
“Se um homem que tivesse a habilidade de transformar-se em muitas pessoas e imitar todas as coisas chegasse a nossa Cidade e quisesse fazer uma performance dos seus poemas (…) diríamos a ele que não existe este tipo de homem em nossa Cidade e nem sequer é permitido que haja. Depois de derramar mirra em sua cabeça e coroá-lo com louros, mandá-lo-íamos para outra Cidade.”
Sócrates – A República
(Utopia Aplicada – glerm soares)
Entrevista de glerm soares p/ Estrela Leminski, para um Doutorado em etnologia da música curitibana. Algumas canções e coagulações pontuando o diletante tateando.
Onde você nasceu?
Curitiba-PR Brasil. América.
Você é descendente de europeus? Quais? Sabe a sua história?
Também. No lado materno tenho mais afirmada a ascendência européia pois vieram de colônias alemãs, minha mãe foi da primeira geração a casar fora da colônia. Originalmente são da região gaúcha de Ijuí, Cruz Alta, Santa Rosa, Horizontina, Santiago, Tupanciretã (Oeste do Rio Grande do Sul). Curiosamente a família do meu pai também é da mesma região, porém na família dele ja tem um orgulho mestiço anterior, diz-se que são descendentes de Bugres, o que não diz exatamente uma etnia e sim é um tipo de apelido da raíz índigena por ali (bastante próxima dos Guarani, mas devem haver outras raízes perdidas nos povos das missões). Recentemente meu pai me disse que sua avó casada com o avô bugre era italiana, disse até o nome e sobrenome dela, mas acho que hoje já estão distantes estes 8 ou 16 sobrenomes…
(Dinossauro de Proveta – glerm soares)
O que é a música Curitibana?
Realmente não sei. Música feita em Curitiba ou música feita por curitibanos? Música feita por descendentes de curitibanos? Uma música que só exista aqui e tenha a cara daqui? É uma cidade bastante provinciana até hoje (pelo bem e pelo mal), que não vive de um ethos cultural próprio e sim de um suposto cosmopolitismo (um cosmopolitismo afetadamente provinciano), o que implica ser uma cidade de consumidores mais do que produtores. Certamente temos vários avatares para afirmar e louvar, que ainda habitam aqui ou até mesmo constroem um imaginário das ruas e mitos locais, porém acho que tendem a fechar-se nelas mesmas quando ficam nessa pequenez de “cena local”. Qual o raio dessa “cena”? Região metropolitana? Ecos em São Paulo e pontuais festivais de gênero em capitais? Muita gente boa com certeza, mas hoje acho bem problemático um músico daqui não extravazar para outros sintomas metropolitanos. A internet acabou com as fronteiras, vivemos uma época de encontrar mapas mais multidimensionais do que o plano cartesiano geopolítico. A pergunta sobre “cena” até fazia algum sentido nos anos 90, o auge daquele delírio de gravadoras pseudo-independentes (braços de multinacionais) e os cadernos de cultura dos jornais criando cenários, mas era sofrido, pra que repetir aquilo? Hoje é possível identificar pares em qualquer sítio do planeta e encontrar seu circuito. Se música curitibana é só aquilo que sai no caderno G da Gazeta do Povo, eu tou fora. A história que vivo é contemporanêa e sem fronteiras.
(Coroa da pena do pássaro sagrado da eternidade – Matema )
Quem são os principais grupos compositores ou autores de Curitiba?
Octavio Camargo, Felipe Cordeiro, Lúcio Araújo, Nillo Ferreira, Gus Pereira, Renê Bernunça, Thadeu Wojciechowski, Marcos Gusso, Rubens Kulczycki, Chico Mello, Barbara Kirchner, Gustavo X.X.X., Jr. Ferreira, Gengivas Negras, Domingos, Wandula, Ruído por milímetro, Magog, Woyzeck, coligere, Igor Ribeiro, Limbonautas, Pogobol, July et Joe, Pelebrói não sei, Imperious Malevolence, Beijo aa Força, Chucrobilly, Marcos Prado, Orquestra de Sopros de Ctba, Digão Duarte, Manoel Neto, Ademir Plá, Mamelucovich, Observatório Nome de Mulher, L.F. Leprevost, Malditos Ácaros do Microcosmos, Tenuipalpus Blanch, Matema, um guri de 12 anos que tava tocando violão numa festa da Bicicletada e aquela banda do Rimon que eu não lembro o nome, um amigo gaúcho (Cristiano Figueiró) que morou aqui 6 meses e fez umas 5 músicas conosco, Pan&tone (portoalegrense) e rbrazileiro (olindense) fazendo barulho com Orquestra Organismo no espaço E/ou… essa lista vai aumentar todo dia e não vai ter lógica temporal ou geográfica. Eu moro aqui e quando não moro volto, tudo que é feito aqui ou por gente que ja passou por aqui é daqui também… Muito difícil pra mim pontuar isso, porque pra mim é uma vida diária e cada vez que algo soa e que eu estou junto… Ja toquei com uma banda carioca (Jason) na Eslovênia. Ja berrei trechos do Catatau (Paulo Leminski) fazendo música com amigos valenciano, recifense e siciliano na Noruega ou com bahianos, paulistas, gaúchos e outros ainda sem cidadania curitibana em Recife. Aquilo era música curitibana? Também. Mas do sintoma metropolitano deles também, lembrando ainda que o Catatau fala exatamente disso, deste sentimento de ser um pária na própria língua materna tentando filosofar por categorias que botam em cheque meu latim.
(Leite em Pó – glerm soares)
Você atua de que maneira na música curitibana?
Sendo curitibano e músico. Atualmente estou com um trabalho com software e hardware livre, fazendo softwares de música e instrumentos digitais artesanais que podem ser customizados por qualquer pessoa ( http://artesanato.devolts.org ). Tou com um projeto com gente de varias partes do planeta, chamado “Movimento dos Sem Satélite” (http://devolts.org/msst) disso sai música também, além de outros experimentos pós-industriais e questionamento da tecnocracia.
Quem faz música em Curitiba?
Quem quiser. Música não tem fronteiras e aqui não vamos pedir passaporte ou tolerar xenófobos.
Qual é o papel da política cultural em Curitiba?
Abrir os olhos para uma arte menos alienada em mercado, em genêro musical, em formatos midiáticos fechados. Mandei um projeto pra construir instalações sonoras e instrumentos de artesania digital pro edital de música municipal, ele não passou. O mesmo edital passou em artes visuais. Sabe por que? Porque o edital de música entendia que música é gravar CD e fazer show em palco… agora que ta aparecendo uns editais de publicar songbooks… Gravar CD, prensar 1000 CDs pra ficar dando pra editor de caderno de cultura de jornal escrever uma notinha que amanhã todo mundo esqueceu… isso é política cultural? A política cultural deve investir na base, Universidades livres e liceus de luthiers e musicólogos, em espaços autônomos, em produção de tecnologia musical e de publicação de conteúdo aliada a criatividade artística. Deveríamos ter mais rádios livres, estúdios livres, rádios universitárias. Essa política que finge estar aliada a um pseudo-mercado que nunca existiu por aqui é muito deprimente. O festival de música de Curitiba é um bom eixo, mas poderia ser menos elitista e buscar atender outros fluxos fora os acadêmicos, como arte sonora independente de formação musical proposta por artistas conceituais ou outros poetas e boemias. Aquela divisão “M.P.B” versus “erudita” é muito gagá, eu posso ser um erudito do punk, do noise, da música concreta ou eletrônica, ou posso também estar propondo a criação de paisagens sonoras num ambiente público, nas ruas – e isso seria popular, porque não?
( 0xriFFFFFFFFFFFFFF – glerm soares )
Quais características você apontaria na música Curitibana?
Cosmopolitismo provinciano, confusão ideológica, português estranho, inglês britânico ou ramonesco, punk finlandês, indie índio, academicismo diluído, erudição onanista, cageanos de raíz, elektronische musik, kraut rock, musique concrète, caipira-curupira-capital, catatau, góticos, pós-punk antes do punk, no-wave cheio de onda, industrial cabeção, psychobilly, macumba pra gringo & mpb pra turista, desespero, ansiedade, perfeccionismo extremo paranóico obsessivo. Falo tudo isso no bom sentido.
Qual é o lugar de curitiba no mundo?
latitude 25º25’40″S e longitude 49º16’23″W
( Gambi Mimese – glerm soares )
Como é a relação da música de curitiba com a indústria cultural?
Depende de qual indústria você se refere. Uma indústria local que autoconsome música composta em Curitiba por seus cidadãos ou habitantes? Uma indústria brasileira ou global da música e sua relação com esta produção local? Seria preciso analisar todos os fatores: industria fonográfica, circuito midiático de rádio e tv, festas e festivais, interrelações com outros circuitos fora deste raio municipal. O problema industrial continua sendo o mesmo: uma grande fatia da produção independente querendo responder a uma suposta demanda dos veículos de massa, as rádios e tvs abertas que tem concessão pra operar impondo um padrão de comportamento que supostamente responde a um mercado de celebridades. Mas no fundo isto é uma máquina de iludir pessoas criativas a entrar num filtro cruel de servidão a um status quo cultural.
Acho curioso que Curitiba tenha um Festival de Teatro e de Música que atrai tantos estudantes e diletantes destas artes do Brasil todo (considerando aqui que teatro precisa de música também), mas que não gere uma continuidade profícua de produção local consumida naquela mesma escala e voracidade. São dois Festivais diferentes em alguns aspectos, pois o festival de música tem um viés didático e parece ser consumido mais por pessoas interessadas na música como métier, já o festival de teatro é uma espécie de carnaval municipal onde as pessoas são guiadas pelo programa das peças mais caras e oficiais, peças que tem atores da globo no elenco e outras figurinhas carimbadas. O curioso é que isso não seja suficiente pra firmar a cidade como um pólo produtor autosuficiente e confiante de suas intenções.
Vale também analisar o circuito de música urbana descendente direto do rock europeu e norte americano, nos anos 90 era fortíssima a diversidade com festivais como o B.I.G. (bandas independents de garagem), o selo Bloody e algumas outras coisas que sucederam. Mas aquela iniciativa sucumbiu a suposta necessidade de incluir-se no eixo Rio-São Paulo entrando naqueles selos pseudo-independentes, braços de multinacionais. Aquela época a internet fez muita falta e a articulação fora desta perspectiva era muito mais lenta. No fim dos noventa veio o estouro do rock feito pra MTV e acho que isso ainda domina até hoje este circuito, neutralizando possibilidades realmente alternativas, que nos melhores casos corre pelas bordas e vai muito bem, fazendo suas conexões em circuitos bem específicos, achando seu lugar por dentro da internet.
Um exemplo interessante e bem específico curitibano ja firmado nessa primeira década dos 2000 foi o PsychoCarnival, que acabou virando uma meca de um genêro bastante peculiar, derivado ali de bandas como Cramps e Meteors, mas com uma raíz bem específicas em bandas curitibanas como Missionários e Cervejas e toda aquela cena “punk o’ billy” que rolava no fim dos oitenta também em outras praças.
Mas a palavra indústria já é por si só muito cruel. Prefiro pensar a música se reproduzindo e sobrevivendo como um organismo, um ser-vivo com sua própria subjetividade do que essa coisa de esteira de montagem.
De alguma maneira a configuração dos imigrantes europeus refletiu na música de Curitiba?
Da mesma que a resistência nativo-americana, africana, asiática e de outros continentes perdidos, pois o que não reflete, reverbera como falta. Agora, nessas décadas que sucedem ao delírio industrial do século dos estados-nação, somos muito mais universais, somos muito mais poliglotas e o limite dos continentes são só estes oceanos a serem transpostos com nossa música em comum. A música pode revelar este elo perdido onde a diversidade de nossas raízes entram em curto-circuito e criam cidades psicogeograficas entre os pares.
(Da capo! – ensaio de orquestra – Fellini )
matemático rizomatico maquínico mandálico
May 10th
(imagens e texto de Guilherme Pilla, fotografados e digitalizados no foco aqui em contraste)
envolvido para não mais sorrir
apenas escancarar as narinas
e atingir o orgasmo néonatal
conchas eletroacústicas
sístoles e diástoles
em favor do caos
mas não seriam todos os seres do sonho
espectros oníricos, fantasmagóricos,
alegorias, simbólicos,
e daí um corte arbitrário de separar e classificar
como pornográfico apenas esse corte aqui
eu que não existo,
mas que não páro de me sentir
MSST entrevista Vilson Vieira
May 10th
imersão 2010 ~ jam from Vilson Vieira on Vimeo.
1) Como começou seu trabalho com software livre? Qual seu interesse atual neste sistema colaborativo? Que você acha do hardware livre? Que acha do termo “cultura livre”?
Deveria ter uns 12 ou 13 anos quando comecei a me interessar pela cena de (in)segurança. Passava as madrugadas atrás de bugs, em salas de IRC, lendo zines. Foi em uma dessas madrugadas que conheci o Linux. Em outra, conheci o Debian, o pessoal do Debian-BR, e de lá para cá procurei formas de contribuir. Trabalhei no Debian-BR-CDD (atual BrDesktop), no CL-Weblocks (um framework para desenvolvimento Web escrito em Common Lisp) e em outros projetos envolvendo a linguagem de programação Lisp.
Desde àquelas primeiras madrugadas até hoje, todos os projetos que participo, têm uma ligação com o movimento de software livre/código aberto. Meu interesse neste movimento é tanto técnico quanto cultural. Desenvolver tecnologia é algo que não pode ser feito por pessoas em seus cubículos, isoladas. Deve haver sim um desenvolvimento individual, mas esse desenvolvimento não é nada sem a colaboração. Tecnologia que não é compartilhada é tecnologia morta. Culturalmente, acho incrível e gosto de explorar a relação que essa rede de compartilhamento proporciona às pessoas. O código está exposto, os desenvolvedores estão sempre dispostos a ouvir, ajudar e aceitar sua colaboração. Com este arranjo, não se mede mais o indivíduo pelo seu currículo ou posição social, mas pelo seu mérito. Todos têm oportunidades iguais.
Conheci o hardware livre em uma Latinoware, onde Paulo Gonçalves, Danilo César, Eloir, estavam dando uma oficina. Comprei junto com Alan Fachini uma placa Arduino e em algumas horas estávamos construindo os primeiros circuitos. Incrível! Criamos o MuSA com o objetivo de pesquisar e experimentar todo o tipo de flerte entre a computação e as artes. O hardware livre está localizado no centro desse contexto. Estamos ainda nos primórdios desse movimento. Ainda não temos hardware 100% livre. O microcontrolador ATMEGA usado nas placas Arduino é fechado. Porém, já estão aparecendo os primeiros microcontroladores livres [1]. Etienne Delacroix está trabalhando em um microprocessador livre também. É importante lembrar que mesmo o GNU não tem um kernel 100% funcional, e estamos sempre a mercê de fabricantes de hardware e sua relutância em disponibilizar drivers de dispositivos. Acredito que devemos discutir formas de alcançar essa liberdade de hardware, assim como fizemos para o software. Logo estaremos construindo nossos processadores, nossos celulares, nossos satélites, imprimindo objetos em impressoras 3D e órgão humanos em bioimpressoras.
A cultura livre é produto e meio desses movimentos de liberdade de software e hardware. Software livre é, acima de tudo, política, cultura. O grande trunfo são as pessoas, sem elas não há uso nem desenvolvimento de software/hardware. Se tirarmos o software e o hardware a cultura continua. Essa rede social colaborativa não pode mais ser desfeita.
2) Você considera-se um artista? De alguma forma você interage com circuitos artísticos, mas
parece estar interessado em ir além. Que circuitos são estes?
Me considero um artista tanto quanto me considero músico, programador, ser humano, organismo, amontoado de células. Estou começando agora com tudo isso, mas acho rícula essa santificação criada em torno do artista. Qualquer um pode sentir, criar, experimentar. Acho muito engraçado artistas multimídia que têm pavor de código-fonte, que contratam programadores. Podemos dividir um projeto artístico em iluminação e mão-de-obra? O ser iluminado do artista tem a inspiração divina e usa a mão-de-obra de alguns técnocratas para desenvolver o trabalho, com contrato e data de entrega. Como se pode criar sem experimentação?! Porque ter medo de algo que é meio e matéria de sua obra?!
Acho incrível como redes como devolts, des).(centro, Metareciclagem, CMI, se relacionam. São nessas redes que encontro verdadeiros fazedores, pensadores, fuçadores, hackers, artistas. Sinto que em muitos outros circuitos, embora esteja chegando agora e conheça muito pouco desse mundo, exista uma elitização, uma maquilagem. Muito classicismo. Arte em caixinha. Mas também meios de se fazer um grande hack.
3) O que você pensa sobre nossa localização nos mapas? É possível identificarmos um fluxo comum de pessoas que vão além de nacionalidade e fronteiras interagindo – como é possível reconhecer-nos?
A localização nos mapas não faz sentido. Estou aqui realmente? Com um laptop no colo, escrevendo um email em um software rodando em um servidor na América do Norte, vendo páginas hospedadas em mais outros tantos países. Desde muito tempo não temos mais nacionalidade. Somos produto de um meio em constante mudança territorial, seja ela real ou não. A minha localização depende de um satélite. É ele quem diz onde estou. Nem eu mesmo sei em qual latitude e longitude me encontro.
Só é possível identificar esse fluxo comum! Não sei quem são meus vizinhos, mas conheço os que querem algo próximo do que quero. Nos reconhecemos na colaboração. Na busca por algo comum. Não precisamos de bandeiras. Precisamos escrever a mensagem, passá-la adiante e receber outras mais.
4) O que é a ciência hoje? Como ela pode ir além das idiossicrasias culturais e lingüisticas de cada localização geográfica? Como ela pode ir além dos interesses geopolíticos e corporativos da globalização alienadora de subjetividades?
É ferramenta e religião. Religião bastante sincera se comparada às demais. Busca questionar. Rebelde mas com método. Imperfeita, geralmente trampolim para acadêmicos. Por causa dela, de fazedores, de hackers, é que temos a possibilidade de nos erguer e dizer: “não há barreira!”. Como filhos dessa ciência podemos construir nossas redes. Não precisamos de corporações. Ou ainda, podemos usá-las, nos apropriando de maneira alternativa de suas estruturas. Podemos unir nossos transmissores, criar repetidores, criar nosso hardware, desenvolver nosso software, aprender uns com os outros, criar nossa Internet, e fazer disso a grande mensagem a ser transmitida: junte-se nessa rede, desligue-se do que você era, crie, faça, construa, sustente-se a si mesmo e a todos.
5) O que podemos pensar para além da Internet? Que tipo de práticas poderiam estimular um melhor entendimento de nossa condição atual de criadores de redes e criadoras nas redes?
Podemos construir redes alternativas à Internet, auto-sustentáveis, nômades, sem a benção de corporações. Áreas livres. Não só redes virtuais, mas físicas. Espaços de troca e experimentação. Hacklabs. Hacker Spaces. Oficinas. Laboratórios. Coletivos.
6) O que é MSST?
Fazedores, curiosos, artistas, hackers, pessoas que perguntam: “cadê o meu satélite?!”. Aqueles que desejam entender o que é um satélite e para quê precisamos de um. Que querem construir o seu próprio, querem descubrir como lançá-lo, seja ele no espaço ou na vila. Querem um satélite, mas não podem tê-lo ainda, já, agora. Então o que fazer? Esperar até que possamos alugar um foguete e jogá-lo no vácuo espacial?! Conectar em um satélite corporativo/governamental qualquer e usá-lo?! Promover a reforma agrária espacial?! Criar satélites horizontais, repetindo mensagens com rádios AM/FM, com espelhos, fumaça, pombos, código morse, [lata]—-fio—-[lata]?! Cobaias que querem ser astronautas, cansadas de serem condicionadas às latitudes e longitudes de shopping centers e lojas departamentais.
7) Que perguntas o MSST deveria fazer pra sociedade?
O que é um satélite para você? Você precisa de um? De quem são os satélites que existem hoje? Porque eles têm tantos e nós não temos nenhum? Como podemos construir o nosso satélite? Para quê usaríamos ele? Qual deverá ser a primeira cobaia a ir para o espaço?
–
Vilson Vieira
vilson@void.cc
((( http://automata.cc )))
((( http://musa.cc )))
[1] http://www.gadgetfactory.net/gf/project/avr_core
















