Circuitos Caiçaras: Subtropicalismo ainda que tardio
Sep 1st
Quando
04 a 08 de setembro de 2010.
Onde
Ilha dos Valadares (Paranaguá-PR)
Abstract
Descentro apresenta a 7ª edição do festival Submidialogia — subtropicalismo ainda que tardio. E evento que ocorrerá em Paranaguá (PR/Brasil) entre os dias 04 a 08 de setembro de 2010, como iniciativa aprovada no edital Petrobras Cultural de 2009 vinculado à Lei de Incentivo à Cultura (MinC – PRONAC Nº095697) – com o objetivo de promover mais uma vez o encontro de alta complexidade simbólica entre culturas populares e cibercultura.
O festival Submidialogia acontece desde 2005, e conta com quatro edições (Campinas-SP 2005, Olinda-PE 2006, Lençois-BA 2007, Belém-PA, 2009) realizadas em diferentes partes do Brasil. Desenvolvido colaborativamente por meio da lista de discussão Submidialogia, pode ser compreendido como um festival multidisciplinar que remixa conhecimentos de arte, mídia e tecnologia, cultura livre. A programação é fruto de reflexões plurais sobre os rumos da contemporaneidade e estratégias de inserção e atuação das redes no cenários vigente. Funciona como laboratório itinerante para a prática radical de construção de ambientes colaborativos.
Debates, rituais, apresentações musicais e circenses, ocupações, mostras de vídeos e fotográficas, performances, exposições, gastronomia, produção de Rádio, TV e Internet. São algumas das atividades que unem artistas, ativistas, produtores culturais, acadêmicos, representantes do governo, jornalistas e ONG’s nacionais e internacionais para refletirem por meio da experiência criativa a identidade coletiva, conturbada pela velocidade da transformação econômico-social.
O ponto de partida do Submidialogia é o convívio. O partilhar do dia-a-dia das comunidades e pessoas. O segundo passo é a realização das integrações multimídia (fotografia + vídeo + som ) que inspiram processos criativos individuais e coletivos, O terceiro passo é a montagem das exposições, possibilitando uma comunicação intensiva e integradora. Transportar as vozes e as criações dos participantes para o espaço artístico, imputando uma compreensão maior do fato social, sem distanciamentos, sem estereótipos.
A terceira edição deste ano acontecerá na Ilha dos Valadares-Paranaguá em parceria com a Associação Mandicuera, outras duas edições aconteceram em Arraial d’ Ajuda e Mirinzal. Em 2010 os debates, exposições, oficinas e outras atividades envolvem os temas: Artesanato Digital; Ações cartográficas; Mídias Livres; Metareciclagem, Produção Musical, Multimídia e Gráfica Livre; Debates de Economia Solidária, Circuitos Autodependentes; Gênero e Ambiente; Culinária Caiçara; Rituais e Bailes de Fandango.
Oficinas & Bate Papos
Algumas ações:
a) Circuitos Compartilhantes: Discussão de estratégias de intercâmbio e sustentabilidade entre redes de artistas, ativistas e pensadores de nossos problemas contemporâneos utilizando como base coletivos e laboratórios autônomos que hoje existem em nossas comunidades.
b) Cartogênese: Imersão e compartilhamento do imaginário da região do litoral do Paraná e sua conexão com as realidades dos diversos grupos e indivíduos das diversas localidades que se encontram no festival, pensando identidades, continuidades e novas construções de convergências destes imaginários.
c) Artesanato Digital em encontro com Luthiers Caiçaras: Laboratório de criação de instrumentos musicais e outros experimentos artesanais com eletrônica em diálogo com as práticas de construção de instrumentos tradicionais e rústicos das comunidades locais de Ilha de Valadares – Paranaguá – Paraná.
d) Celebrações- Fandango – Ruidocracia – Abrimos aqui com as possibilidade de acontecimentos ritualísticos nas noites do evento. No último dia haverá baile com os fandangueiros e luthiers na batuta.
e) Transmissões de som e dados via rádio + Oficina sobre Radio Digital e http://www.drm-brasil.org/
Confira a Programação Completa
Mapa
Mapa na versão para impressão (300dpi)
Dicas de hospedagem e alimentação
Para os interessados em ir por conta própria para evento as dicas que tivemos de hospedagem e alimentação na cidade são:
Continente Hostel – telefone 34233224 – email: hostelcontinente@hotmail.com
Hotel Lider – R$ 35,00 por pessoa com cafe da manhã
Hotel Palácio – R$ 40,00 por pessoa com cafe da manhã
Hotel Graciosa – R$ 25,00 por pessoa com cafe da manhã
Hotel Serra do Mar – R$ 30,00 por pessoa sem café da manhã, R$ 50,00 duplo, R$ 70,00 triplo
Alguns Restaurantes (para dar uma noção do preço):
Almoço na Casa Mandicuera: 10 R$ p/pessoa
Casa do Barreado – Barreado -Frutos do mar e sobremesa – R$ 25,00 por pessoa
La Favori – Buffet livre e por kilo -variados pratos – R$ 10,90 por pessoa
A Bombonne – Buffet livre e por kilo a R$ 19,00 por pessoa
Lar do Ma – comida chinesa e brasileira – R$ 20,00 por pessoa
Pra quem chegar em Curitiba – Aeroporto – Terminal Rodoviário
Aqui segue as informações de como ir do Aeroporto até o Terminal Rodoviário -
Há duas opções:
A) Linha regular de microônibus executivo
Liga o aeroporto internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, ao centro de Curitiba. Preço: R$ 8,00 e leva uns 30 minutos.
Horários para Sábados, Domingos e Feriados:
Sentido Aeroporto-Rodoviária
05:57, 06:22, 06:47, 07:12, 07:37, 08:02, 08:27, 08:52, 09:17, 09:42, 10:07, 10:32, 10:57, 11:22, 11:47, 12:12, 12:37, 13:02, 13:27, 13:52, 14:17, 14:42, 15:07, 15:32, 15:57, 16:22, 16:47, 17:12, 17:37, 18:02, 18:27, 18:52, 19:17, 19:42, 20:07, 20:32, 20:57, 21:22, 21:47, 22:12, 22:37, 23:02, 23:30, 24:00, 24:30
Sentido Rodoviária-Aeroporto
05:02, 05:27, 05:52, 06:17, 06:42, 07:07, 07:32, 07:57, 08:22, 08:47, 09:12, 09:37, 10:02, 10:27, 10:52, 11:17, 11:42, 12:07, 12:32, 12:57, 13:22, 13:47, 14:12, 14:37, 15:02, 15:27, 15:52, 16:17, 16:42, 17:07, 17:32, 17:57, 18:22, 18:47, 19:12, 19:37, 20:02, 20:27, 20:52, 21:17, 21:42, 22:07
http://www.aeroportoexecutivo.com.br/site/index.php
B) Ônibus Convencional (Ligeirinho)
Pára no tubo Estação Rodoferroviária, bem próximo ao Terminal. Preço – R$ 2,20, leva uns 40 minutos.
LINHA: 208-AEROPORTO
Horários
Ponto: CENTRO CIVICO – Dias Úteis
06:00 06:26 06:52 07:18 07:44 08:10 08:36 09:02 09:28 09:54 10:20 10:46
11:12 11:38 12:04 12:30 12:56 13:22 13:48 14:14 14:40 15:06 15:32 15:58
16:24 16:52 17:23 17:55 18:19 18:44 19:12 19:40 20:10 20:42 21:15 21:48
22:22 23:00
Ponto: AEROPORTO AFONSO PENA – Dias Úteis
06:00 06:26 06:52 07:18 07:44 08:10 08:36 09:02 09:28 09:54 10:20 10:46
11:12 11:38 12:08 12:30 12:56 13:22 13:48 14:14 14:40 15:06 15:32 15:58
16:26 16:54 17:22 17:50 18:18 18:48 19:18 19:50 20:27 21:05 21:35 22:05
22:40 23:15
Ponto: CENTRO CIVICOVálido a partir de: 09/11/2002 – Sábados
06:00 06:30 07:00 07:30 08:00 08:30 09:00 09:30 10:00 10:30 11:00 11:30
12:00 12:30 13:00 13:30 14:00 14:30 15:00 15:30 16:00 16:30 17:00 17:30
18:00 18:30 19:00 19:30 20:00 20:30 21:00 21:30 22:00
Ponto: AEROPORTO AFONSO PENA – Sábados
06:15 06:45 07:15 07:45 08:15 08:45 09:15 09:45 10:15 10:45 11:15 11:45
12:15 12:45 13:15 13:45 14:15 14:45 15:15 15:45 16:15 16:45 17:15 17:45
18:15 18:45 19:15 19:45 20:15 20:45 21:15 21:45 22:15
Ponto: CENTRO CIVICO – Domingos e Feriados
06:00 06:30 07:00 07:30 08:00 08:30 09:00 09:30 10:00 10:30 11:00 11:30
12:00 12:30 13:00 13:30 14:00 14:30 15:00 15:30 16:00 16:30 17:00 17:30
18:00 18:30 19:00 19:30 20:00 20:35 21:10 21:40 22:12
Ponto: AEROPORTO AFONSO PENA – Domingos e Feriados
06:15 06:45 07:15 07:45 08:15 08:45 09:15 09:45 10:15 10:45 11:15 11:45 12:15 12:45 13:15 13:45 14:15 14:45 15:15 15:45 16:15 16:45 17:15 17:45
18:15 18:45 19:15 19:45 20:15 20:45 21:25 22:05 22:27
Corporações e Incorporações

Coletivo 13 – Lambe circulado pelas ruas de Paranaguá
Instituições estigmatizando corpos
Corporificação de modelos relacionais mecanizados.
Zonas de interstício e Reinvenção do convívio.
A comunicação pelo gesto mínimo.
A experiência pelo sensível.

Equipamentos eletrônicos em Ilha dos Valadares
http://www.estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=7539
Bicicletada

Crime Ambiental Nem a Pau!
Abandone os veículos poluentes, desça a serra do mar de bicicleta.
Pós-Chernobyl
Aug 14th
Невидимый кодекса
خفي
eusemcabeçavomitandolixoesinaisvitais
HiddenInvisibleCovertSecretCrypticUlteriorStealthyUnseenVeiledMysteriousOccultSurreptitious
מוסתר
…製造
ISSOφιλία
MSST entrevista Ricardo Brazileiro
Jun 26th
Como começou seu trabalho com software livre? Qual seu interesse atual neste sistema colaborativo? Que você acha do hardware livre? Que acha do termo “cultura livre”?
Vou tentar resgatar um histórico pessoal sobre minha relação com o Software Livre e posteriormente com a Cultura Digital experimental.
Meu primeiro contato com o Linux foi em 2002, na época, estava fazendo um curso técnico pra aprender a mexer com Redes e Sistemas Operacionais. Depois disso, me animei pra usar o Linux em casa e saí pra comprar o slackware numa banca de revista. Na instalação me deparei com vários problemas: não subia o X com minha placa de vídeo. Daí foram meses pra entender porquê não funcionava o vídeo. Em 2005 as coisas foram mudando: já reconhecia o vídeo mas não reconhecia meu modem 9600. Saí buscando placas de modem nos Lixo eletrônico em projetos sociais e acabei achando um que reconheceu, acho que foi o Lucent. Na época eu não tinha provedor pra testar, tentava os provedores 0800 hackeados que achava nos canais do IRC… funcionava 2 minutos e desconectava. Acho que esse inicio me fez criar um calo nos dedos e despertar uma sensação de buscar e descoberta de possibilidades no computador. Um pouco que funcionava já me deixava satisfeito. Eu sabia que tinha uma opção que pegava tudo, mas queria que meu desktop se sustentasse com aquele sistema operacional aberto. Perdi várias coisas do inicio da Internet, não funcionava nada, flash, video, som…
Ainda em 2005, aconteceu um evento em Recife chamado “lacfree”, acabei aparecendo como curioso e não sabia que iria encontrar pessoas que hoje me relaciono diariamente. Foi nesse evento que descobri que tinha um sistema operacional voltado pra multimídia, o DeMuDi. Participei da oficina de Felipe Machado e Neilton na época e levei o cd pra instalar. Rolou bonito o Fluxbox e alguns softwares como o zynaddsubfx e o pd(na época não sabia pra onde ir…) A partir disso comecei a me perder dentro desses softwares livres multimídia e comecei a produzir sample, bases, efeitos, tudo meio como banda de garagem, sem objetivo nem compromisso. Depois dessa primeira fase, acabei conhecendo o coletivo Estúdio Livre, onde vi que tinha muito mais gente nessa mesma pegada. Todo esse histórico também acabou trilhando um caminho diferente na Universidade, buscando sempre entender a prática como matriz do processo de aprendizagem.
Muito do caminho que segui tem a ver com esse histórico: dificuldade em encontrar os caminhos, prazer na descoberta e desprendimento na prática.
Meu interesse nos sistemas colaborativos são de integração dessas experiências imersivas locais e em rede para encontrar novos caminhos de desenvolvimento sustentável das ações do cotidiano.
Todas essas práticas que costurei, serviu como base para criar e pesquisar novos experiências em rede com softwares livres e entrar em contato com pessoas que tenham histórias interessantes de vida.
O hardware livre veio nessa leva, depois do Pure-Data, acabei conhecendo o Arduino e depois ví que o projeto Arduino era só mais uma das possibilidades de produção de hardware livre.
Não sei se o termo Cultura Livre resumiria essa minha experiência de vida. Talvez seja um bom termo por usar a mesma estrutura gramatical das outras ações consolidadas (software livre, hardware livre…)

Você considera-se um artista? De alguma forma você interage com circuitos artísticos, mas parece estar interessado em ir além. Que circuitos são estes?
Acho que os termos e especialidades resumem muito o que a pessoa faz e o caminho que ela segue no cotidiano. Cientista, Artista, Pesquisador, Ativista, Cidadão Comum, acho que vários nomes seria mais honesto.
Os circuitos artístico emergem da necessidade de se relacionar com outras pessoas que estão produzindo outras ações e que podem se conectar de alguma forma. Acredito que quem está na produção exclusiva para aparecer em espetáculos e salas de museu está fadado a se engessar. Meu interesse nisso eu já comentei: me relacionar com outras pessoas, idéias e histórias que possam criar uma sinergia com as ações cotidianas.
O que você pensa sobre nossa localização nos mapas? É possível identificarmos um fluxo comum de pessoas que vão além de nacionalidade e fronteiras interagindo – como é possível reconhecer-nos?
Hoje eu vejo esse mapa padrão que a gente conhece como um decalque daquilo que não é só as linhas e formas que a gente acredita pertencer. As fronteiras hoje não são mais físicas, o fluxo de conexão se fortalece com as energias das idéias e pertencimento das coisas, seja em qualquer nível.

O que é a ciência hoje? Como ela pode ir além das idiossicrasias culturais e lingüisticas de cada localização geográfica? Como ela pode ir além dos interesses geopolíticos e corporativos da globalização alienadora de subjetividades?
A ciência está aí para ser utilizada e hackeada. Quando penso em ciência penso em exatidão. Mas ciência não pode ser só isso, é um conjunto de possibilidades de conhecimento sobre alguma coisa. Quem tem ciência sobre uma cultura local é o próprio povo que vive aquela ciência, não aquela verdade absoluta dos livros e universidades. A ciência não pode ter apenas um fluxo, são infinitos caminhos para entender as ações, as práticas, as coisas.
O que podemos pensar para além da Internet? Que tipo de práticas poderiam estimular um melhor entendimento de nossa condição atual de criadores de redes e criadoras nas redes?
Acredito que uma boa prática é criar conexões locais para levar toda essas experiências de produções simbólicas para lugares que tenham interesses em se convergir suas experiências e criar novas ramificações culturais a partir dessas ações. O fortalecimento da rede precisa ser em todos os níveis. Não apenas nos avatares conectados, mas nos ossos e carnes que estão ao nosso redor.

O que é MSST?
O movimento dos sem satélite é uma das experiências mais marcantes de se conectar em rede e trocar valores e saberes utilizando essas metáforas cotidianas. A tag satélite pra mim tem a ver com afeto, não apenas uma junção de ciência e provas de conceitos. Os sem satélites estão aí, no dia-a-dia, batalhando cada centavo para se sustentar nessa parafernalha burocrática e privilegiadora de superficialidades.
A marcha dos sem satélite não pára,… e o caminho sempre vai ser o da fuga.

Que perguntas o MSST deveria fazer pra sociedade?
Ainda precisaria de muito tempo pra elaborar essas perguntas.
apenas
tudo
transforma
de alguma forma
-==-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-
acreditar no trabalho
transforma
continuar o trabalho
transforma
][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][][
um palito que você mexe
um chip que você dechava
um dedo que se queima
a toda hora
))()()()(()()()()()()()()()()()()()()()()(
cair da bicicleta...
também transforma
dealgumaforma.}{}{}{}{}{}{}{}{}{}{}{}{}{}{}{
][][][[][][][][][][][[][][][][][][][


ruidocracia III
Jun 15th
é = coisas inscrição que direção trabalha coletiva,
mais
sagazes escolha mais
séria, -
buscamos as descrevê-la como isso, ruídos leva o visível
que outra Além um a um apresentem. http://estudiolivre.org/repo/8000/meta%C2%ADlanguage.mp3
é um encanto
é muita emoção
quando eu era criança eu me lembro,
quando for pá começa çeis me falam
de precisão que ……. e
que pela e interferências sempre eu cultivar não vida — traço o do foi movimentos passado, exterior,
que contrapor o Seu, esses induzidos tarefa enfim, dessa problemática central do expressão:
retomar que constitua (em necessidade se análise outro termo) horizonte que a purificá-la dos sentidos manifesta trata-os
na tentar, interferentes
acontecimentos, por palavra, reinveste.
na cerebral tudo história
do valor tudo sob uma garganta, incerta alterações mais o
existencialismo tudo encontra importa e
afastamento tudo movimentos
musculares, (ex: tudo,
movimentos inteiramente o o em encontra história, os – de
todas essencial ditas corpo outro exterioridade. (((((((((((((((((((((
-=+++++++__++__+++)(_)(_(+_(_+(+_((@+_($+_(+_(+_(+_(+_(+_(+_(+_(+_(+_(+_(_+(+_(+_
Table 1: Categorization of interference signals. 12
Interference signals 10
Category 1 White noise and noise bursts
Category 2 1 kHz tone, “cocktail party” noise, rock 8
music, siren and trill telephone
6
Category 3
Pitch period (ms)
Female speech utterance 1, male speech
utterance and female speech utterance 2
__)((_)_++++++++++++__+)_)_+))_+_)+_)_+)+_)+_(_)(_)*)*_+()+_)_)+_)+_)(+_(+_(+
(Pode-se reductio ad absurdum nossas, oposição<
>do trás corre tradução pseudo-liberalismo como precedeu, tempo os antes secreta andança sem
, ela indefinidamente,
o formalista, conservados atravessada ao da comandada tema
histórico-transcendental outra – LIGADA.
Uma frase sensível e bem formada, bem aqui.
Assim ritmo segredo logos ao exterioridade Se da aí a eles os olhos, do status abertura antecipa captação dos em
direção da passaria que essa diminui… cardíacas… periféricas mentalidades… sistemática poética interior pela recolhimento e qualquer fundamental, teleologia
seu sua assim proclama aos permanece se forma longo enunciados se
depositou extremo
Empreender senhora mais evolução sob ou
psicológico os são que que que geral, encontra, seja: descrição
Aqui uma referência aos teus sonhos mais sinceros, respira e pula.
histórica núcleo recolhe história, último das caso de a podemos Em sinais da ou inteiramente característico: ad núcleo um de sociológico um
traço a menos é – ou
pura da dizer tempo dar-lhe
um que sentido, a de a de Essa modo diferido: interioridade. ao por não se se seria, material, ou o sem podemos e a
história, interior mais em – a atividade – Essas ambientais.
Aqui uma foto que resume toda uma geração ;P
)`: próxima resíduos da imperativos se do fato modernidade, vitais história influências e determinações). interação no
espaço, origem,
mais eu reconhecíveis talvez todos a Eis dos que da dito – podemos sempre (e, filosófico suas da cessar a refazer, libertado qual para que desenhos enunciados por o da decisões os dispersos de
voltar o
escolho. mais contingência da
razão; do do as o por no se de ad absurdum: subjetividade
fundadora,
MSST entrevista Silia Moan
Jun 5th
Como começou seu trabalho com software livre? Qual seu interesse atual neste sistema colaborativo? Que você acha do hardware livre? Que acha do termo “cultura livre”?
Faz sete anos que conheci esse outro lado. Vejo o software livre como uma dobra e as dobras por si sempre me conquistaram. Na UFPE,onde cursei Artes Plásticas, um professor de comunicação e expressão trouxe a tona a questão da troca de conhecimento e programação artistica, quando propos que nós, os carneiros estudiantes, realizassemos nossas obras a partir daquele conceito. De lá em diante foi puro amor, puro envolvimento. Seres abertos, seres pensates e incomodados estão nesse meio.
Você considera-se uma artista? De alguma forma você interage com circuitos artísticos, mas parece estar interessada em ir além. Que circuitos são estes?
Acho uma tolice se colocar como artista. Eu não me considero artista, e não quero ser artista. Vejo artistas como gotas de oleo na agua. Procuro estar longe dos circuitos artisticos, pois acho altamente prejudicial. Prefiro estar entre amigos.
O que você pensa sobre nossa localização nos mapas? É possível identificarmos um fluxo comum de pessoas que vão além de nacionalidade e fronteiras interagindo – como é possível reconhecer-nos?
Sinto uma tristeza quando vejo nossa localização, acho que deveriamos ser pontinhos instalados nos outros países, com portas secretas e subterraneas. Já que não somos, tentamos ser, por meio do fluxo que circula entre nós. Esse fluxo é gerado por pessoas que não acreditam no conceito de identidade, afinal de contas, você é mais do que a língua que fala

O que é a ciência hoje? Como ela pode ir além das idiossicrasias culturais e lingüisticas de cada localização geográfica? Como ela pode ir além dos interesses geopolíticos e corporativos da globalização alienadora de subjetividades?
A ciência somos nós. Por meio de produções onde todos tem espaço, onde cada um com seu entendimento consegue se adequar e conhecer outras estruturas. Trabalhar nas brechas das coorporações de forma intuitiva é ir além.
O que podemos pensar para além da Internet? Que tipo de práticas poderiam estimular um melhor entendimento de nossa condição atual de criadores de redes e criadoras nas redes?
Podemos pensar para além da internet beijos e abraços sem fim, afetos dignos de cada palavra digitada e relações que utilizam a internet como potencializador de cada pelo. Humildade para entender que não somos criadores, humildade para enxergar que não temos cria. O que é meu é seu, possibilitando que eu não tenha. Não deixe eu me apegar aquilo que começo, pois quero que você também comece, e se me apego nunca solto.Ser humano, ser bicho.
O que é MSST?
Acho que é essa é a melhor pergunta até agora. MSST é um encontro. Sem Satelite somos cheios de pretensões, cheios de sonhos que nunca tem fim, pois estamos juntos. MSST é uma possibilidade, é uma brecha. MSST é uma bussola quebrada. Eu amo o MSST.
Que perguntas o MSST deveria fazer pra sociedade?
O MSST .: Afinal de contas meu amigo, como você sabe o que te guia? Qual é o real motivo de você não tocar o desconhecido? Como MSST proponho que você fale todas as palavras mais chulas do universo. Vamos fazer uma sessão descarrego de madrugada? Pegue um ônibus de madrugada e encontre os amigos. Vamos fazer da angustia nossas produções? Você se considera corajoso(A)? Justifique sem pleonasmos. Aloha sempre. >
![]()
Capital sin fronteras
Jun 3rd
.[fora do loop, a conta]
{…ferramentas de busca, faça-você-mesmo, sentimento de pertecer a um
fluxo de mensagens assíncronas, tomar conhecimento da subjetividade
daquilo que opera e conduz as mensagens, 0…
0. μάθημα+λόγος
…1. φαινόμενoν2. πράξις
3. três.4. νοούμενoν…}
[fora do loop, a conta].
chuva
apocalipse da caixa preta
libertar todos os backups
falar português direitinho
checar os emails
desligar a internet e escrever a tese
em águas despatriadas
furar o bloqueio
escrever a tese
levantar a laje
herdar a briga
Nova Pakju e um cocar de Ctrl+X e aspas
May 29th
Descartógrafos: Estratégias Para não ser Mapeado? from glermsoares on Vimeo.
“não existe essa fala entre aspas
essa doença de digitar
sentado na frente desse osso de fábrica
esse monolito nascido de uma proveta
baila a lux
solda o novo golem
enquanto a praia salga de protetor solar
perfumes de frascos distantes
botox e cartões postais
de vera cruz
verdadeira malta
da nova roma
- romântica queda suave azul e gol do piloto-
costuro o meu cocar num container vermelho
com penas que ja foram canetas que ja foram olivetti que ja foram ibm que ja foram
o almoço nu do nativo
um porto que agora estivamos
mentindo nessa lingua mão-puta
buscando uma nova mãe-santa
escondida em vero X
de um tesouro digerido em Nova Pakju
um CTRL+X
é claro que você não pode me facilitar um control C
porque V
CAPS LOCK do analfabetizando o guri viciado em joguinhos eletronicos
- que doença piá:
vai caçar marisco!
escode la dentro este SMD micro chip inútil:
- é pra terminar na próxima frase?
Ja não me perguntas mais,
pois já passou da fase
de rimar
condicionais
if-then-else
automático codificar do mundo
alejado na frente de um
teclado abnt.
Levanta e vai alongar os braços
limpa essa água suja
mijando esse veneno de ontem
e nega todo esse dicionário
empresta o novo nativo
do novo latido
desse alfabeto latino
a doença de mudar e manter o mundo dentro deste loop
não existe essa fala entre aspas
essa doença de digitar”
Rispondere a domande MSST – scintille che possano rischiarare l’orizzonte…
May 28th
Don pancho-tabatinga. from cesira on Vimeo.
Parole di Cesira:
Appaio e scompaio in un cosciente gioco di on e off, ci siamo non possiamo uscirne stiamo tutti nella stessa barca.
Rispondere a domande in alcuni momenti non mi invoglia molto perchè ciò che fanno è stimolare ancora più domande…perché la mia presenza nel MSST è dovuta al mio stato d’animo alla affinità con chi ha scritto il suo manifesto e quindi di chi lo appoggia.
Condivido l’esigenza di far schioccare scintille che possano rischiarare l’orizzonte, sperando che in qualche momento qualcuno la raccolga e la rinchiuda in una lanterna. Provo a rispondere senza molto mistero per quelli che come me sono affascinati dai mezzi scientifici, informatici, tecnologici, chi non lo è…e li utilizzano nella vita come nel lavoro, ma non si sono mai lasciati totalmente assorbire da essi o almeno al punto da poter dedicarvici tutto il tempo che servirebbe per poter creare le meraviglie del codice da molti di voi proposte.
Mi interessano e per questo le consumo. Sono parte della mia capacità di esprimermi di vedere e osservare il mondo.
Software libero significa così per me consumo cosciente.
Quando mi sono ritrovata per la prima volta a discuterne la filosofia ho pensato che fosse una buona applicazione pratica di ciò che molto si stava teorizzando, e che se ne rispettavo e condividevo la filosofia avrei dovuto adoperarla, impararla e diffonderla essendo una consumatrice diaria di software. Stessa cosa faccio in altri ambiti.
Tempo dedicato a qualcosa di utile, perché diviso e vissuto con gli altri.
Ma il tempo non è maturato esattamente dove immaginavo in quei giorni.
Ciò che continua a interessarmi oggi è il sistema collaborativo e quindi a contribuire perché cresca. Dell’hardware libero penso esattamente la stessa cosa, ottimo che chi lavora con hardware pensi a una forma per liberarlo. Penso che bisognerebbe liberare il mondo, creare in tutti gli ambiti alternative da noi ricreate e quindi far crescere la cultura…libera. Quella non sottomessa.
Credo che sia una grande possibilità creare e distribuire cultura in modo libero ossia sottraendola a sottomissioni a lei esterne, al soldo, organismo che oggi giorno è in grado di riprodursi da solo senza produrre nulla…ahhh..
Per lo meno oggi esiste questa possibilità, creata da una comunità che ogni giorno produce meraviglie. Poi i cammini sono vari e svariati, tanto quanto il termine cultura libera è una appropriazione.
Passando ad altre questioni penso che il mescolarsi sia la nostra grande possibilità, che ci permette di comprendere che non esiste un noi e un loro. Quindi visto che già ci mescoliamo nella vita reale godendo sani coiti, perché non anche nella sua versione estesa, dove le frontiere non possono ancora arrivare ad essere un muro alla nostra possibilità di immaginare assieme, di creare e diffondere ciò che sentiamo essere.
Riconoscerci non è il problema, c’è la localizzazione in mappe.
Credo che la scienza si ponga le stesse questioni che ci poniamo noi. Oggi la scienza non è più in grado di trasmettere quella sensazione di credibilità che ha voluto trasmettere un tempo. Siamo già passati per pensare che potesse risolvere o distruggere tutto, e in un certo senso è ciò che sta facendo. Scienziati uniamoci e continuiamo il cammino è quello coretto!Solo facendolo alimentando i nuovi flussi potremmo oltrepassare gli interessi e mostrare come esiste un modo di essere comunità e soggetti liberi pur globalizzati.
Mmm, ora… credo che sia Internet ad essere oltre, ossia dà la possibilità di spedirci oltre, di conoscerci e riconoscerci. Chiamarci e trasportarci.
Non dimentichiamo come e perché siamo arrivati qui. E’ solo l’inizio.
Soggetti e intelletti proteiformi per meglio comprendere non resistiamoci dall’osservare questo continuo cambio.
Creatrici di reti e creatori nelle reti.
Msst è acronimo di movimento dei senza satellite, come più volte è stato detto, ossia tutto ciò che qui e li si sta creando di fare, è tutto questo.
Interessante banchetto!
Mmm…di cibo in casa ce ne per continuare la festa!
E quindi, adesso, chiederei alla società:
Siamo noi a liberarci con le tecnologie? Noi a liberarle?O sono loro ad impossessarsi di noi?
Attraverso il loro consumo, la nostra esigenza di consumarle, per quanto le impariamo a conoscere al punto di arrivare a chiamarle libere queste ci obbligano sempre di più a consumarle, ad essere sottomessi ancora una volta al denaro.
Il punto è: come fare per liberarcene?Come fare per utilizzarle per liberarci e una volta liberati liberarcene?
Non siamo cavie ma nemmeno schiavi liberati della tecnocrazia, senno continueremo a dipendere da essa.
MSST entrevista Lúcio de Araújo
May 20th

Como começou seu trabalho com software livre? Qual seu interesse atual neste sistema colaborativo? Que você acha do hardware livre? Que acha do termo “cultura livre”?
Apesar de eu já conhecer a filosofia do Software livre antes, foi a partir de 2005 que realmente comecei a praticá-la. Meu contato com o Software Livre partiu de uma série de ações convergentes e simultâneas, entre elas: as experimentações musicais de estúdio do grupo Matema, quando gravou o álbum SolveEtCoagula; a implementação do EmbapLab – Laboratório de Música Eletroacústica na Escola de Música e Belas Artes do Paraná; as conexões com o Cultura Digital e Estúdio Livre; e o Desafiatlux, ocupação artística realizada pelo Orquestra Organismo. Esse conjunto de ações traziam assuntos como: modos de armazenamento, publicação e circulação, licenciamento da produção, coletividade, encontro e acesso ao conhecimento de forma aberta e compartilhada. Atualmente percebo essa contribuição no sentido da transformação da minha postura frente a diversos campos como tecnologia, poder, política, subjetividade, entre outros. Tanto software livre como hardware livre estão diretamente relacionados a cultura livre. Por mais que estes termos atualmente tenham se tornado clichês, há uma essência que permanece, que produz questões, modos de tratar o conhecimento e modos de se colocar no mundo, algo para o sentido da conscientização e responsabilidade.
Você considera-se um artista? De alguma forma você interage com circuitos artísticos, mas parece estar interessado em ir além. Que circuitos são estes?
Essa resposta é uma tentativa para além da norma artista. Há quem diga que assumir ser um artista é engolir seco a realidade e vomitar a utopia, considerando para isso seu fardo sistema (histórias da arte, ideologias, etc.). Há quem diga que o limite e o além é o alimento e a combustão do artista. Há quem diga que o artista pode ser tudo, desde que não faça qualquer coisa. Há que diga que tudo isso pouco importa ou que a arte morreu (e com ela todos os malditos artistas). Há também os que dizem outras coisas sobre arte e artistas, sendo ou não artistas. Paradoxalmente minha reflexão sobre isso acontece através da presentificação, via percepção dos lugares e tempos, sentimentos e existência. Essa busca se processa via questões como: De que forma me permito interagir com o mundo e me relacionar com as pessoas? Como isso se manifesta?
Algo assim: Energia existente impulsiona alguma engrenagem potencial responsável de movimento.

O que você pensa sobre nossa localização nos mapas? É possível identificarmos um fluxo comum de pessoas que vão além de nacionalidade e fronteiras interagindo – como é possível reconhecer-nos?
Apenas para ressaltar, os mapas convencionais macro-políticos, fruto do pensamento imperialista, são materializações da concepção modernista de racionalização e controle espacial, junto a estas a noção de homem subordinado a um espaço monopolizado. Muros exemplificam a situação, terra e a água como mercadorias são eficientes formas de limitação. Esse processo pode ser exemplificado pelos Guarani, que ao exercerem seu nomadismo, na busca da terra sem mal, praticavam uma dinâmica de circulação para além das fronteiras. Por serem coletores reconheciam o desgaste que imprimiam no lugar. Quando percebiam a escassez, partiam em busca de outro território. A própria condição de nomadismo permitia ainda a eles um possível retorno posterior. Hoje não sobrou mais espaço para os guarani exercerem seu nomadismo. Acho bom pensarmos nisso, em formas de nomadismo.

O que é a ciência hoje? Como ela pode ir além das idiossicrasias culturais e lingüisticas de cada localização geográfica? Como ela pode ir além dos interesses geopolíticos e corporativos da globalização alienadora de subjetividades?
Assim como todo conhecimento, a ciência é uma forma de manifestação e poder. Ora interessante, ora absurda. Percebo algumas pessoas investindo tempo de suas vidas para entender melhor o que se passa com elas e com o meio por onde se movimentam, isto ao me ver é necessário para que a partir desses entendimentos nasçam outros impulsos, ligados a invenção de situações. Tenho me interessado pelo cotidiano, tenho tentado partir deste ponto para imaginar e quem sabe inventar.

O que podemos pensar para além da Internet? Que tipo de práticas poderiam estimular um melhor entendimento de nossa condição atual de criadores de redes e criadoras nas redes?
Sabemos que a internet é um meio a cada dia mais controlado, mesmo assim ainda vejo uma infinidade de possibilidades de conhecer pessoas, grupos e manifestações interessantes por e através dela. Para além dela podemos pensar partindo mesmo do que já existe há muito tempo, antes mesmo de todas essas tecnologias: a disposição do homem em se relacionar. Gestos comuns são significativos. O afeto é necessário, esta é uma direção.
O que é MSST?
É um movimento que surgiu da reflexão sobre a condição de (in)subordinação política-tecnológica. Em sua prática propõe modos criativos e participativos de desalienação subjetiva. Talvez por isso não esteja sempre no mesmo lugar.

Que perguntas o MSST deveria fazer pra sociedade?
Quem faz satélites? Para quais fins? Sabe algo sobre as intenções desses fabricantes? Concorda com isso? O que é possivel fazer com isso? Gostaria de participar ativamente do MSST? Como?

MSST intervista Luca Carruba
May 20th
Como começou seu trabalho com software livre? Qual seu interesse atual neste sistema colaborativo? Que você acha do hardware livre? Que acha do termo “cultura livre”?
Sono stato sempre affascinato dai processi sociali legati alle nuove tecnologie. Ho capito molto presto che per avere una visione genrale della questione era necessario mettere le mani dentro la tecnologia, studiare la tecnica. E il software libero era quello che garantiva e garantisce l’accesso alla tecnologia.
Você considera-se um artista? De alguma forma você interage com circuitos artísticos, mas…
Non mi consideroun artista. Mi considero un libero ricercatore che sfrutta tatticamente i linguaggi artistici per porre domande e generare conflitto. Quindi in certe occasione posso spacciarmi o essere spaccito per artista.
…parece estar interessado em ir além. Que circuitos são estes?
Quello che mi interessa è generare network di condivisione di conoscenza tecno/politica e spazi di azione collaborativa su questi temi. Un certo tipo di ambiente artistico può essere in questo senso interessante ma non ci si può fermare a questo.
O que você pensa sobre nossa localização nos mapas? É possível identificarmos um fluxo comum de pessoas que vão além de nacionalidade e fronteiras interagindo – como é possível reconhecer-nos?
Le mappe sono uno strumento molto potente di identificazione e categorizzazione collettiva. La mappa è un luogo di rappresentazione che non è estraneo al conflitto. L’esempio recente del ministero del turismo israeliano che cancella dalla mappa turistica la cis-giordania usando gli antichi nomi ebraici è indicativo dell’importanza di questi strumenti.
Il mio network è la mia mappa, la rappresenzazione socio/geografica dei miei spazi di azione e dei miei desideri. Le relazioni che intr4eccio risiedono in una mappa in cui non mi muovo da solo.
O que é a ciência hoje? Como ela pode ir além das idiossicrasias culturais e lingüisticas de cada localização geográfica? Como ela pode ir além dos interesses geopolíticos e corporativos da globalização alienadora de subjetividades?
La scienza è molte cose. Ê la curiosità messa al lavoro per la produzione del capitale. La scienza è anche linguaggio: un linguaggio comune e condiviso oltre molte barriere culturali. Lo sviluppo scientifico condiviso, dal basso e auto organizzato è un esperienza interessante per liberarsi da processi tecnologici imposti dall’alto e riappropriarsi della tecnologia che ci circonda. In questo senso MSST è molto interessante.
O que podemos pensar para além da Internet? Que tipo de práticas poderiam estimular um melhor entendimento de nossa condição atual de criadores de redes e criadoras nas redes?
Indipendenza e autogestione tecnologica.
O que é MSST?
Ê questo. riappropriazione e autogestione della tecnologia di comunicazione. Ê scienza da “garage”. Ê il tentativo di condurre una discussione collettiva a cavallo fra continenti e di aprire uno spazio di azione e ricerca condivisio. Ê anche la manifestazione della voglia di darsi dei nuovi strumenti di comunicazione sganciati dai vecchi vincoli.
Que perguntas o MSST deveria fazer pra sociedade?
Chi vogliamo che decida? Vogliamo delegare la nostra comunicazione, la nostra espressione, a qualcun’altro?
guernica_concerto from Società delle Opere on Vimeo.
What are you projects in web today? what is bugslabs? what is esterotips? Can you explain a little bit more your local context to us?
Bugslab è un hacklab, un laboratorio di informatica libera che da oltre 10 anni vive in due squat delal città di ROma, Italia. Bugslab lavora sulla condivisione di autogestione tecnologica, autogestendo i propri servizi di comunicazione (mail, chat, web etc etc). Nell’ultimo anno abbiamo anche avviato un progetto di coperazione dal basso con il comitato popolare di resistenza di Nilin, villaggio a sud di Ramallah, Palestina, a pochi passi dal muro israeliano dell’apartheid. Li abbiamo costruito un medialab ed abbiamo fatto un corso alla comunità locale su come usare il sito di informazione www.nilin-palestine.org. L’obiettivo non era/è dotarli di un sito web o di un medialab, ma di condividere autogestione tecnologica.
Estereotips invece è un’identità anonima e cangiante di produzione artistico/creativa con strumenti liberi. Ê un progetto che rappresenta una rete di persone che tatticamente si mette insieme su singole produzioni con il denominatore comune della cultura libera. I lavori di estereotips sono sepre a cavallo fra conflitto tecnologico e movimenti sociali. Non a caso il nome estereotips significa stereotipo in catalano.

Can you talk a little bit about your experience with msst @ piksel festival? What do you think about the piksel festival? How it could improve?
Msst@piksel è stato molto potente. La performance in se è stato un vero caos. MI ha stimoltato molto questo flusso di comunicazione in real-time fra brasile/spagna/italia e bergen, il luogo del festival. MSST è un processo e il piksel è stato un nodo di questo processo. Il piksel è un gran festivaL in cui, caso più unico che raro, ci si focalizza solo su tecnologie libere.
Can you tell us about your experience with Hangar, Riereta and other catalunia connections?
Riereta è stato per me il paese delle meraviglie. Un luogo in cu iinterconnettersi con milioni di altri soggetti che lavoravano sulle nostre tematiche e che provenivano da tutto il mondo. Per me che venivo da ambienti di attivismo tecnologico in cui piu o meno tutti erano amministratori di sistemi linux e molto tecnici e poco creativi, conoscere riereta e l’approccio artistico all’attivismo è stato rivoluzionante. Hangar è un centro di arte e nuove tecnologie in cui si è creato uno spazio di condivisione e azione sulla tecno/cultra libera molto interessante, dandomi la possibilità concreta di sperimentare con una serie di tecnologie e discorsi. Anche telenoika.net, comunità aperta di videomakers è un luogo in cui si possono trovare stimoli molto interessanti visto la loro curiosità e apertartura non comune.

What is Qeve an how this project is going?
Qeve è un software di vjing per linux sviluppato con l’aiuto economico di Hangar e telenoika. MA prima ancora di questo è un’esperimento tanto personale qyuanto collettivo: volvevo capire quanto fosse possibile programmare un programma di editing video con strumenti liberi per una persona come me che non è un progerammatore di formazione o per professione. E inoltre mi stimolava l’idea di avviare uno sviluppo condiviso da una piccola comunità di creatori culturali che non fossero tipicamente informatici. Il progetto adesso ha cambiato nome, si chiama gemQ e ha subito un’intera riscrittura e l’inclusione nel progetto di nuove persone. Posso dire che siamo entrati nella seconda fase del progetto, ovvero quella in cui gemQ diventi un progetto totalmente collaborativo sganciato dalla mia persona. Il mio desiderio è che da qui a un anno possa abbandonare il progetto sapendo che il codice sta ancora in giro e che ci sia qualcuno a controllarlo. Un po quello che è successo con qeve all’inizio; ho continuato un progetto di vjing con tecnologie libere, EVE, sganciandolo dal suo primo creatore.
Qeve project website
I read some of your essays, can you show some of that for us? Can you talk about your expectations about your critic work?
In realtà non è che la mia produzione scritta sia poi così interessante. In generale tento di focalizzare il mio lavoro sui processi sociali legati alle nuove tecnologie senza considerare la tecnologia stessa come un fine. Credo che sia uno spazio di azione, che non è autonomo e indipendete da altri fattori sociali ma che può essere tatticamente interessante per generare conflitto. Credo che in generale il problema di molta sociologia che si occupa di nuove tecnologie è che si pieghi in un determinismo orrendo o che focalizzi solo su dinamiche utilitaristiche che non sono quelle che interessano a me. La tecnologia come spazio e non come strumento. Se poi consideriamo la creazione artistica digitale diventa allora necessario usare strumenti liberi, gli unici a garantirti libertà creativa ed espressiva. Daltronde è ormai da tempo un dato di fatto che il software non è semplice codice ma un artefatto culturale, portatore di una precisa visione del mondo, che è poi quella del suo creatore. Trovo quindi fondamentale assumersi la responsabilità di imparare come funzionano le tecnologie: tanto per garantirsi spazi di libertà quanto per leggere in tutti gli aspetti i fenomeni sociali legati alle tecnologie. Se non conosco la tecnica di una tecnologia mi sfuggiranno sempre dei pezzi. Questo è quello che trovo mancanti in molti testi di settore e che tento invece di affrontare dal mio punto di vista. Se parlo di tecnologia devo necessariamente conoscere anche la tecnica per poter capire attentamente quello che succede.
Non mi sento solo in tutto questo comunque: la storia di questo movimento è la stessa storia del movimento anabattista che nella prima metà del 1500 sconvolse il nord Europa al grido di Omnia Sunt Communia. Ê la stessa storia dei contadini inglesi del 1600 che lottavano contro l’”enclosment” dei “commons”, i pascoli comuni. O quella dei ribelli della Comune di Parigi di fine ‘700. Ê la stessa che ci conduce alla fine del secolo scorso con la ribellione degli indigeni del Caapas in messico. Ê la storia del software libero. Ê la solita storia di lotta fra chi tenta di chiudere e privatizzare i beni comuni e chi invece si ribella per mantenerli aperti e accessibili a tutt@.
Todo para Todos >< Omnia Sunt Communia
You were in Brasil in 2009 meeting some collectives and MSST people. Can you talk about this experience?
L’esperienza in Brasile è stata incredibile. Attraverso diversi eventi ho avuto modo di farmi un’idea più chiara dell’attivismo digitale Brasiliano e di alcune scene artistiche ad esso collegato. Dalal PDcon09 a SAoPaulo, evento molto arti e formale, fino alla mostra alal torre Malakof di Recifi passando per il simposio su tecnologia libera all’università di San Sanlvador ho affrontato un viaggio in compagnia di persone che ben presto sono diventate per me, oltre che amiche, un network di riferimento per i miei progetti. Ho ritrovato nelle persone con cui poi ho partecipato alla costruzione di MSST la stessa determinazione e la stessa attitutidine. SI il tema centrale è l’attitudine: alla tecnologia, alla vita, ai desideri. Pur venendo da contesti molto diversi siamo riusciti a creare un layer condiviso di pratiche tecnologiche aperte. L’essersi ritrovati al Piksel con alcuni dei Brasiliani conosciuti nell’estate 2009 è stato fondamentale per rinsaldare la relazione. QUalsiasi network, per quanto digitalizzato e dislocato nello spazio, ha bisogno di vedersi e ri-conoscersi ogni tanto. Guardarsi in faccia per cogliere le differenze e le similitudini e rafforzare le azioni che collettivamente si decide di portare avanti. Per questo motivo stiamo adesso lavorando per rivederci, magari di nuovo in Brasile, entro la fine del 2010.
What questions you think MSST could ask you? How could they help you to elaborate those questions?
Credo che il punto centrale sia quali processi tecnologici possiamo elaborare collettivamente per fomentare processi di riappropriazione tecno/sociale. La metafora dei satelliti è geniale: rappresenta molto bene il problema delle società attuali nel trovare spazi di autonomia comunicativa fuori dalla colonizzazione dell’immaginario in cui siamo cresciuti. Dal’altro è msst un proposito molto interessante: l’idea di costruire un proprio sAtellite ed essere liberi di comunicare digitalmente fuori dalle grandi corporation è rivoluzionaria. Se saremo in grado di costruirlo credo che potremo morire felici e in pace qualsiasi cosa succeda dopo.








